Ocean Eyes Experience

Ocean Eyes Experience Venha passar férias inesquecíveis em uma hospedagem all inclusive no catamarã Ocean Eyes!!

Desde março/2011 Tatiana Zanardi e Alcides Falanghe estão velejando pelo Caribe, descobrindo praias paradisíacas, ilhas ainda desertas e os melhores pontos de mergulho em águas caribenhas. Se você quer ter uma semana de férias inesquecível, acordando embarcado em frente a uma praia magnífica, com conforto e bem estar, e ainda paparicado com comidinhas gostosas e drinks top, escreva uma mensagem pr

a gente. Estaremos à sua disposição para ajudá-los a escolher o destino que mais atenderá as suas expectativas. Afinal, queremos que você também viva o seu sonho através do Ocean Eyes Experience!

Depois de 10 dias explorando as ilhas de San Blas, partimos ao amanhecer em uma navegação de 70 milhas até a Shelter Bay...
05/07/2026

Depois de 10 dias explorando as ilhas de San Blas, partimos ao amanhecer em uma navegação de 70 milhas até a Shelter Bay Marina em Colon, na entrada atlântica do Canal do Panamá. O vento de alheta entre 10 e 15 nós e o mar de popa nos proporcionou uma deliciosa velejada nas primeiras 50 milhas com velas sem rizos e velocidade entre 7,5 e 8 nós. Quando mudamos o rumo em direção a entrada do canal, o mar cresceu. Ondas entre dois e três metros reduziam a velocidade do barco para menos de 5 nós e depois nos impulsionava à mais de 10 nós. Para reduzir o efeito io-io, ligamos os motores e baixamos a mestra. Depois de passarmos a entrada de enseada de Porto Belo, as vagas foram diminuindo a medida que o vento aumentava e deixava o mar mais enmarolado. Na tela do charter plotter, o AIS já indicava vários navios estacionados do lado de fora do quebra mar do canal que possui dois acessos para o lado de dentro, onde mais uma porção de navios apareciam ao largo da cidade de Colon. Quando chegamos a seis milhas da entrada do canal, chamamos pelo VHF o controle do canal para informar nossa aproximaçǎo conforme as regras da autoridade do canal. Nenhum roger, ou copy that como resposta. Seguimos em frente. Os icones dos navios que apareciam como pequenos triangulos, começaram a crescer preenchendo boa parte da tela. Conseguimos idenficar quatro navios gigantescos que estavam se deslocando para entrar no canal pela entrada que tinhamos que cruzar para chegar na que iríamos entrar. Um deles, o Polaris iria cruzar a nossa proa a menos de meia milha. Enquanto a Tatiana era totalmente ignorada no radio, fui navegando próximo aos navios estacionados que na tela apareciam com um circulo vermelho ao redor. Quando íamos cruzar a primeira entrada, o Polaris resolveu parar e tivemos que desviar nosso curso para passar por sua popa. Ao chegar a uma milha da nossa entrada, ficamos navegando em circulos, chamando o controle pelo rádio pedindo autorização para entrar. Nem um pio como resposta. Comecamos a achar que nosso rádio tinha pifado. O AIS mostrava uma fila de três navios saindo pelo canal que tinhamos que entrar para acessar a marina. Parecia que queríamos aterrizar um cesninha no aeroporto de Nova York sem sem conseguir contato com a torre de controle. Tatiana começou a ficar aflita e acionar todos os contatos que tinha da Marina no WhatsApp. Finalmente recebeu resposta do Dock Master, que retornou com orientações para entrar na Marina. Ao mesmo tempo o controle do canal deu sinal de vida e autorizou a nossa entrada pelo quebra mar e seguimos para a Marina. Ufa!!!!

Dica para quem vem para San Blas é trazer cash em USD  pq vc não vai conseguir parar de comprar molas kkkk As molas são ...
29/06/2026

Dica para quem vem para San Blas é trazer cash em USD pq vc não vai conseguir parar de comprar molas kkkk

As molas são painéis feitos utilizando a técnica de aplique reverso. Várias camadas de tecido de cores diferentes são sobrepostas e costuradas à mão para criar desenhos intrincados de animais, flores e símbolos do universo.

Inicialmente, a arte das molas baseava-se na pintura corporal com formas geométricas, usada como proteção. Os espanhóis colonizadores proibiram as mulheres de se pintarem, mas lhes deram o acesso a tecidos, tesouras e linhas. Assim as mulheres começaram a transferir esses desenhos sagrados e mitológicos para as roupas.

Durante a Revolução Guna de 1925, quando o governo panamenho tentou forçar a assimilação cultural proibindo a língua e a vestimenta tradicional, as molas tornaram-se o estandarte da resistência e da identidade cultural do povo. A bandeira Kuna assusta a primeira vista, com o simbolo da suastica. Mas nao tem nada a ver. Significa o vermelho do sangue da resolução, o amarelo da tradicao e o negro das ervas.

Acho que na cultura Kuna Yala também vale o ditado por trás de um grande homem existe uma grande mulher, considerando qu...
29/06/2026

Acho que na cultura Kuna Yala também vale o ditado por trás de um grande homem existe uma grande mulher, considerando que é uma sociedade matriarcal ….

Assim que pusemos os pés em Chichime, nossa primeira ancoragem em San Blas, um senhor robusto nos recebeu na Dinghy doca, mandou a gente sentar, e se apresentou : “Sou Ambrosio, o chefe dessa ilha. Vcs ja compraram a bandeira Kuna Yala? Se nao comprarem vao pagar uma multa de USD 150, e a bandeira é USD 20”. Opa, queremos a bandeira!

“E para ficar ancorado aqui e conhecer a ilha, tem uma taxa de USD 20,00”. Opa, pagamos a taxa.

“Querem uma cerveja?” Opa, queremos sim. Seguimos Ambrosio até sua cabana, onde ele nos mandou sentar novamente. Claro, sentamos e aprovamos a cerveja Balboa.

Ai aparece a Luci, muito simpática, e me apresenta todas suas molas… logicamente comprei varias. Como o Cash nao foi suficiente, fiquei feliz em saber que aceitavam cartão. Com uma taxa de 10%, quem veio cobrar foi a sobrinha, que pelo jeito controla o financeiro.

Observamos que no geral os homens pilotam as canoas, pescam e fazem o serviço braçal. As mulheres tem autonomia financeira graças à confecção e venda de molas (*) e pulseiras de contas (winis). Quando um homem se casa, ele se muda para a casa da família da esposa e passa a trabalhar para a família dela. A autoridade dentro da casa é exercida pela matriarca. Interessante né?

28/06/2026

Qual a chance de você ir explorar uma pequena ilha deserta no meio do arquipélago de San Blas, no Panamá e chegar de bico em um churras de tripulações brasileiras, uruguaias e argentinas?

Travessia Porto Rico - PanamaTudo tem seu tempo, e apesar de termos um carinho muito especial pelas belíssimas Ilhas Vir...
25/06/2026

Travessia Porto Rico - Panama

Tudo tem seu tempo, e apesar de termos um carinho muito especial pelas belíssimas Ilhas Virgens Britânicas, Americanas, Espanholas e Porto Rico e pelas do sul do Caribe (Bonaire e Curaçao) onde passávamos as temporadas de furacões, e principalmente pelos amigos que fizemos nestas ilhas, chegou a hora de navegarmos por outras águas e descobrimos novos rumos. Dessa vez sempre de vento em popa, decidimos que a partir de agora velejaremos sempre a favor do vento, chega de contra-vento!

E assim partimos com o coração apertado de Porto Rico no dia 15 de junho, da pitoresca vila de Puerto Real, para chegar em San Blas, no Panamá, em 20 de junho a noite (o que não é nada recomendado, mas não teve jeito).

A velejada começou forte, 25 a 30 nós, mar picado com o vento entrando a toda canalizado pelo Mona Passage (entre Porto Rico e República Dominicana), uma das duas piores passagens do Caribe. A outra pior passagem estava nos esperando ao largo da costa da Colômbia, a partir do Cabo La Vela. Ambas fazendo jus a fama que possuem.

Aos poucos o vento baixou, o mar entrou no ritmo, e nós também, começando os turnos de 3 horas entre 21 e 09hs. Momentos únicos para sentir a força do oceano, a infinitude das estrelas, o brilho da via láctea.

Terça começou bem, mas o mar voltou a ficar desencontrado com ondas de popa e de través (atrás e do lado), deixando o sono da noite a desejar. Quarta entramos no ritmo novamente, velejando lindamente somente com a genoa durante a noite e no decorrer da quinta feira . Aí o bicho pegou… (continua no comentário

08/05/2026
De volta a nossa vizinhança querida, entre raias manteiga, chitas e tartarugas, em Peter Island,  . (Sem falar nas cabra...
18/04/2026

De volta a nossa vizinhança querida, entre raias manteiga, chitas e tartarugas, em Peter Island, . (Sem falar nas cabras que patrulham a praia kkkk) fotos de

16/04/2026

Você já pensou em nadar com lobos marinhos? Nós mergulhamos com eles em Los Islotes, no Mar de Cortez, e da vontade de levar pra casa! São fofos demais, parecem pets carinhosos. Na verdade as fêmeas e os juvenis são de boa, não queira encarar o macho do grupo, aí a briga é feia! O recife de corais foi uma surpresa a parte. Obrigada pelo profissionalismo e experiência! Imagens de Alcides Falanghe com . Super recomendo 💙

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