Sephardic History and Jewish Tours Portugal

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FARO / ALGARVE/ PORTUGALAntiga Sinagoga de Faro. Rua Manuel Belmarço.SINAGOGA /CASA DOS POBREAqui terá funcionado provis...
23/10/2021

FARO / ALGARVE/ PORTUGAL

Antiga Sinagoga de Faro. Rua Manuel Belmarço.
SINAGOGA /CASA DOS POBRE
Aqui terá funcionado provisoriamente uma das Sinagogas de Faro,após um incêndio na Sinagoga da rua Castilho (nº20),neste local terá funcionado também a Casa dos Pobres,onde se acolhiam judeus mais pobres.A comunidade estava organizada de tal forma que sempre que aparecia um judeu em Faro com dificuldades económicas , era prontamente assistido.Previdenciavam - lhe roupa e emprego.

Só não restam vestígios das duas sinagogas (uma mais rica, outra mais pobre), uma de 1869 na Rua Manuel Belmarço e outra de 1820, na Rua Castilho, cujo mobiliário foi preservado e está hoje no museu do Centro Histórico Judaico, situado no cemitério.

Um livro a não perder.
29/09/2021

Um livro a não perder.

Bom dia. Agradeço a todos os que possam responder a este inquérito para um trabalho académico! Obrigada!
04/02/2021

Bom dia. Agradeço a todos os que possam responder a este inquérito para um trabalho académico! Obrigada!

Este questionário é feito no âmbito da disciplina Estratégias de Programação dos Media, do Mestrado de Ciências da Comunicação, na vertente Media e Jornalismo da Universidade Católica Portuguesa. Pretende-se, com o mesmo, analisar a cobertura televisiva de informação durante o primeiro c...

13/01/2021

The Holocaust Museum of Oporto has an educational mission which includes teaching, career training for educators, exhibitions, and encouraging and supporting...

13/03/2020

O objeto em questão é uma caneca que pertenceu a um dos muitos judeus que foram enviados ao famoso campo de concentração Auschwitz

25/01/2020
Pedro Felgar. Bragança
16/06/2019

Pedro Felgar.
Bragança

I ARACY MOEBIUS DE CARVALHO GUIMARÃES ROSA Paranaense, filha de pai português e mãe alemã, ainda criança foi morar com o...
15/05/2019

I ARACY MOEBIUS DE CARVALHO GUIMARÃES ROSA

Paranaense, filha de pai português e mãe alemã, ainda criança foi morar com os pais em São Paulo. Em 1930, Aracy casou com o alemão Johann Eduard Ludwig Tess, mas cinco anos depois se separou, indo morar com uma tia na Alemanha. Por falar quatro línguas (português, inglês, francês e alemão), conseguiu uma nomeação no consulado brasileiro em Hamburgo, onde passou a ser chefe da Secção de Passaportes.

No ano de 1938, entrou em vigor, no Brasil, a Circular Secreta 1.127, que restringia a entrada de judeus no país. Um acordo assinado entre a Alemanha de Hi**er e o governo brasileiro. Aracy ignorou a circular e continuou preparando vistos para judeus, permitindo sua entrada no Brasil. Como despachava com o cônsul geral, ela colocava os vistos entre a papelada para as assinaturas. Para obter a aprovação dos vistos, Aracy simplesmente deixava de pôr neles a letra J, que identificava quem era judeu. Nessa época, João Guimarães Rosa era cônsul adjunto (ainda não eram casados). Ele soube do que ela fazia e apoiou sua atitude e Aracy intensificou aquele trabalho, livrando muitos judeus da prisão e da morte.

Aracy tem hoje seu nome no Jardim dos Justos em Israel. Ao lado, um diploma do Museu do Holocausto. Aracy permaneceu na Alemanha até 1942, quando o governo brasileiro rompeu relações diplomáticas com aquele país e passou a apoiar os Aliados da Segunda Guerra Mundial. Seu retorno ao Brasil, porém, não foi tranquilo. Ela e Guimarães Rosa ficaram quatro meses sob custódia do governo alemão, até serem trocados por diplomatas alemães. Aracy e Guimarães Rosa casaram-se, então, no México, por não haver ainda, no Brasil, o divórcio. O livro de Guimarães Rosa "Grande Sertão: Veredas", de 1956, foi dedicado a Aracy.Sua biografia inclui também ajuda a compositores e intelectuais durante o regime militar implantado no Brasil em 1964.

As  PolacasA história das Polacas, prostitutas judias que se organizaram no Brasil para resistir à opressão das ruas e d...
26/04/2019

As Polacas

A história das Polacas, prostitutas judias que se organizaram no Brasil para resistir à opressão das ruas e do submundo violento da prostituição nas grandes capitais brasileiras durante o Final do Século XIX e inicio do Século XX.
O Brasil é conhecido historicamente como um país formado por imigrantes. Ao longo do Século XIX, com o processo de unificação das Províncias e Estados autônomos Europeus em países, muitas famílias judaicas fugindo das perseguições antissemitas desembarcaram em terras tupiniquins. O número de Judeus em território nacional aumentou consideravelmente, inclusive os de origem Polonesa. Foi também nesse período que o país entrou na rota da prostituição internacional e cidades como São Paulo e Rio de Janeiro passaram a receber prostitutas judias, trazidas para cá através do tráfico internacional de mulheres protagonizado por uma grande organização criminosa polonesa.
Tal organização, de nome Zwi Migdal, adentrava em pequenas cidades pobres da Polônia e demais países do leste europeu e, a partir da promessa de casamento e trabalho, traficava mulheres para a América.
Na época, a prostituição nos grandes centros era uma atividade realizada por moças francesas, de países da America do sul e mulheres negras em situação de miserabilidade.
As prostitutas judias fizeram muito sucesso pois eram consideradas uma novidade, e segundo os proxenetas da época(cafetões) em suas propagandas, elas eram de boa família, boa moral e quase virgens.
Em pouco tempo as Polacas ficaram conhecidas. Mas isso não mudava suas condições de prostitutas marginalizadas.
Primeiro elas eram exploradas como escravas se***is, mas após um tempo, eram expulsas das casas de prostituição e iam tentar a vida nos becos das ruas das grandes capitais.
Ligadas pela religião e forte moral judaica, as Polacas sofriam por não poder frequentar sinagogas, ler o Torah em público, ou ao menos ser enterradas no mesmo cemitério onde estavam outros judeus e judias. Pois para as normas religiosas, os suicidas e as prostitutas deviam ser enterrados junto ao muro, num lugar de exclusão, para demarcar uma condenação da religião a tais práticas.
Foi a partir dessas dificuldades que as Polacas passaram a se organizar em associações de ajuda mútua, que atuavam no Brasil e outras partes do mundo.
Através de uma instituição muito bem organizada e solidária, as prostitutas polacas contribuíam com dinheiro, trabalho e sabedoria para construir sinagogas, cemitérios(onde pudessem ser enterradas) e pagar até mesmo estudo para os filhos que tinham em decorrência do trabalho. Um dos cemitérios mais famosos construídos foi o espaço Judaico Chora Menino, localizado em São Paulo.
A história das Polacas é desconhecida de muitas pessoas, quase não se fala dela quando o assunto é imigração para o Brasil. Mas a esistência dessas mulheres, que chegaram aqui como escravas se***is e conseguiram se unir para sobreviver ao violento submundo da prostituição nas grandes capitais, é um dos capítulos mais interessantes da história de São Paulo.
Até a linguagem das ruas foi consideravelmente alterada por influência delas. Por exemplo:
Quando suspeitavam que um cliente tinha uma doença venérea, diziam "ein krenke" ("doença", em iídiche), que posteriormente se transformou em "encrenca" . "Sacana" em(iídiche significa "perigo"), palavra pronunciada quando a polícia chegava.
Texto - Joel Paviotti

22/04/2019

Os Ovitz eram uma família de atores e músicos judeus que sobreviveram à prisão no campo de concentração de Auschwitz durante a Segunda Gu...

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