Eu to voltando pra casa

Eu to voltando pra casa Depois de 21 anos fora do Brasil, tô voltando pra casa!
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↘️ Consultoria / Viagens & Experiências / Coach de Felicidade

Dog friendly, family friendly, LGBTQ+ friendly

01/06/2026

Uma das coisas que eu mais sentia falta em São Paulo era a quantidade absurda de eventos e festivais espalhados pela cidade.

Na época em que eu mudei daqui, a **Paulista Aberta** ainda não existia.

Então, foi a minha primeira vez experimentando a avenida principal fechada: aquele estilo europeu de pedestre, só que, obviamente, com o puro suco do jeitinho brasileiro.

O cenário é maravilhoso: em cada esquina toca um gênero musical diferente.

Tinha desde dança típica do Norte ao Sul até canal de TV gravando ao vivo. Tinha barraca de doce, artesanato e, claro, o clássico dos clássicos: **um paulista legítimo te vendendo queijo mineiro legítimo, em plena Avenida Paulista.**

Identidade cultural é isso aqui!

Mas o mais legal mesmo é o senso de comunidade. É ver todas as classes sociais, cores, gêneros e crenças dividindo o mesmo asfalto.

E para fechar com chave de ouro, t**amos com uma celebração de Krishna. O pessoal dançando, tocando música indiana e distribuindo uns bolinhos que eram deliciosos, mas que visualmente pareciam meio... duvidosos (comi e passo bem!).

Para melhorar, eles ainda avisaram que ia rolar um almoço gratuito no centro Hare Krishna.

Essa experiência resume perfeitamente como o Brasil funciona: entre o caos e a música, a dança e os desfiles, o amor e o humor... o Brasil simplesmente acontece!

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**Quer viver essas experiências comigo? ✈️✨**

Fique ligado nos próximos eventos e viagens!

🙌🏼🙌🏽🙌🏿ME SIGA E NÃO PERCA NADA!🙌🏾🙌🏽🙌🏻

28/05/2026

Depois de 21 anos morando fora, tem umas coisas que só o Brasil proporciona

Hoje cheguei na casa da minha mãe…
e dei de cara com a minha tia removendo o bigode dela na cozinha.

Sem cerimônia.
Sem spa.
Sem autoestima europeia envolvida.

Só uma toalhinha, um adesivo e a clássica frase:
“fica quieta senão machuca.”

Nessa hora eu percebi:
não importa quantos países eu conheça…
nada supera a intimidade caótica da família brasileira.

Aqui a gente resolve:
bigode,
dor nas costas,
problema amoroso,
e crise existencial…
tudo na cozinha e geralmente perto do café.

E o mais impressionante:
5 minutos depois já tinha pão na chapa, risada e fofoca de vizinha acontecendo normalmente.

O Brasil realmente não deixa ninguém viver uma emoção por vez.

👉 Me segue pra mais histórias da minha volta pra casa!

26/05/2026

ATENÇÃO: fui convocado pra Copa. 🇧🇷⚽️

Infelizmente descobriram rapidamente que eu corro menos que um tio segurando pratinho de churrasco.

Então a CBF me colocou em outra função:
“Especialista em felicidade, clima emocional e storytelling da seleção brasileira.”

Basicamente:
sou o cara responsável por impedir crise existencial no vestiário

Enquanto o técnico fala de tática,
eu entro dizendo:
“Galera… o verdadeiro hexa são os amigos que fazemos no caminho.”

Minha função inclui:
— abraçar jogador nervoso antes dos pênaltis
— lembrar atacante que ex também sofre
— aumentar autoestima do goleiro
— e impedir briga no grupo do WhatsApp da seleção

Também fui contratado porque aparentemente brasileiro rende mais feliz:
com samba,
com pão de queijo,
e alguém dizendo “vai dar certo” sem nenhuma prova científica.

A parte difícil vai ser me controlar pra não pedir selfie com os jogadores no meio do treino.

E caso o Brasil perca…
já preparei um retiro emocional com respiração, forró e terapia coletiva.

👉 Qual cargo você teria na seleção brasileira? 😂

25/05/2026

Eu vim pro Brasil por várias razões:

pra ficar mais perto da família,
pra curtir amigos antigos,
pra reencontrar essa energia brasileira que é só nossa…
e também pra estar presente quando a vida acontece de verdade — inclusive nos momentos difíceis.

Fiquei 21 anos morando fora, sempre vindo de férias, geralmente no verão, vivendo o Brasil das celebrações.

Mas dessa vez estou aqui vivendo também o inverno.
O inverno da estação… e o inverno das coisas que hibernam e partem.

Uma dessas despedidas foi a da nossa cachorrinha Shiva, algumas semanas atrás.

Depois de uma vida inteira rodeado de animais — na infância, no Brasil, e depois em todos os países onde morei — essa foi a primeira vez que pude estar presente quando um desses bichinhos do céu foi embora.

Eu estava lá com a minha mãe na veterinária quando ouvimos que era a hora.

Seguramos a Shiva no colo.
Ela já não enxergava, quase não ouvia, mal andava… mas ainda comia muito

Talvez tenha sido esse amor pela comida que ajudou ela a viver lindos 18 anos.

E quem conheceu a Shiva sabe:
ela era praticamente uma entidade.

A mesma cachorra que minha família tentou doar anos atrás…e ela fugiu da casa nova, atravessou quilômetros de São Paulo e encontrou sozinha o caminho de volta pra casa da minha mãe.

A mesma que pulava nos armários pra roubar pão e bolacha escondidos, obrigando minha mãe a colocar trava de criança na cozinha

Shiva viveu intensamente.
Pulou, bagunçou, aprontou, amou e foi profundamente amada.

E no fim, talvez seja isso que importa.

Obrigado por tudo, Shiva.

Foi um privilégio ter você nas nossas vidas 🤍
Até uma próxima.

22/05/2026

Hoje aprendi uma informação importantíssima pra humanidade:

como descobrir se o tomate é macho

Segundo especialistas da feira, aparentemente é pela pontinha do tomate.

Sim. A pontinha define tudo.

E aí eu fiquei pensando:

a natureza realmente não faz questão nenhuma de ser discreta

Inclusive vamos lembrar que tomate é fruta.

Ou seja: passei anos da minha vida fazendo salada de fruta sem saber.

O Brasil é maravilhoso porque você sai pra comprar legumes…

e com uma crise existencial, uma aula de biologia e 3 novas teorias da conspiração.

Enfim, respeito absoluto aos senhores da feira.
Eles sabem coisas que a ciência ainda não explicou.

👉 Você já ouviu alguma “sabedoria popular” brasileira que te fez questionar toda a realidade?

21/05/2026

Faz quase um mês e meio que eu voltei pro Brasil… e já percebi que algumas coisas realmente não mudaram

O jeitinho brasileiro continua firme e forte (até porque se não tivesse, nem seria Brasil).

O cara do caixa do mercado entrou na fila errada como se fosse esporte olímpico.

O trânsito continua existindo até às 5h da manhã… só que agora parece mais pacífico. Talvez porque ninguém queira tomar buzina e bala ao mesmo tempo

E pela SEGUNDA vez no mesmo mercado cobraram valor errado.

Mas dessa vez eu gravei.
Os danados não me pegaram desprevenido

Ao mesmo tempo… as coisas mais lindas continuam aqui também — e ainda são maioria.

Conhecer gente na fila do banco.

Receber “bom dia” do porteiro… e de mais 484 pessoas ao longo do dia.

O calor humano.
O calor do clima.

E o privilégio de ficar de cueca em casa em pleno “inverno brasileiro”

No fim das contas…
continua valendo MUITO a pena voltar pra casa.

👉 E você que mora fora: do que NÃO sente falta do Brasil?

👉 Me segue pra se inspirar a voltar — ou valorizar ainda mais o que a gente já tem aqui 🇧🇷

Mas afinal… o que eu faço?Uma amiga já disse que eu sou “renascentista”.Um amigo falou que eu faço de tudo (haha).Mas eu...
05/05/2026

Mas afinal… o que eu faço?

Uma amiga já disse que eu sou “renascentista”.
Um amigo falou que eu faço de tudo (haha).

Mas eu discordo.

Eu não faço tudo.
Eu faço o que me move.

Faço o que me queima por dentro.

Crio experiências.
Conecto pessoas.
Ajudo gente a ser mais feliz.

Seja através de viagens,
como coach de felicidade,
nos livros que escrevi,
ensinando idiomas,
ou produzindo eventos.

No fundo… tudo gira em torno da mesma coisa:
viver uma vida mais leve, mais consciente, mais completa.

Depois de mais de 20 anos morando fora, eu aprendi a me escutar.
A entender o que faz sentido pra mim.

E sim — eu já fiz muita coisa só por obrigação.
Mas hoje, não mais.

Hoje eu trabalho com aquilo que me dá energia.
Que me expande.
Que faz meu coração vibrar.

E espero, de verdade, que isso te inspire a buscar o mesmo.

Porque dá

E muda tudo

👉 Então me conta: como posso te ajudar?
Vamos viajar, crescer, aprender e se divertir juntos.

Bora colaborar

03/05/2026

Uma das grandes razões de eu ter voltado pra casa…
foi poder viver de perto a cultura e os movimentos que fazem diferença de verdade

Esse final de semana fui convidado para o 4º Festival dos Trabalhadores, organizado pelo movimento sem-teto do centro de São Paulo.

E olha… que energia.

Artistas vendendo suas criações, roupas, pôsteres, camisetas incríveis —até uma artista com bolsas de couro de pirarucu 🐟

Comida feita com carinho (inclusive dei uma ajudinha na cozinha pra aliviar a fila )
e uma cena musical com bandas e DJs que facilmente estariam em festivais internacionais.

É disso que eu falo quando digo:
o Brasil pulsa cultura, criatividade e comunidade.

E estar aqui, vivendo isso de perto… não tem preço.

Mal posso esperar pela próxima edição.

👉 Quer saber mais? Dá uma olhada na página do MSTC
👉 Já segue a gente e manda esse post pra quem ama festivais culturais que apoiam projetos importantes no Brasil 🇧🇷🎶

27/04/2026

30 dias de volta ao Brasil… e já vivi uns 6 meses

Saí de Portugal em grande estilo: cheguei a tempo do Carnaval mais brasileiro de Lisboa, tive quase SEIS despedidas (acho que meus amigos queriam garantir que eu ia embora mesmo ), vendi meu carro — fiel parceiro de aventuras pela Europa — e ainda fiz meu último café da manhã saudável pra Gina

Cheguei no Brasil… e surpresa: minha mãe, minha tia e quase ninguém sabia (vídeo disso vem aí…)

E aí começou:

Cheguei “sem querer” a tempo da Páscoa
Comi tanto chocolate que saí mais moreno

Fui várias vezes no Parque Ibirapuera
Correndo… mais de 5 metros por vez, com consistência

Interior de SP
Reencontrei minhas amigas capivaras 🦫
Nadei em balneário
E já tava dando “bom dia” pra todo tiozinho e vizinha

Avenida Paulista
Descobri lojas de disco, presentes criativos
E reencontrei um amigo no Parque Trianon

Santos
Descobri o Sesc (como eu vivi sem isso?)
Tomei mais água de coco que baiano
E voltei de ônibus pra cair num samba ao vivo

Ainda teve aniversário de família
E feira japonesa na Liberdade

Tudo isso… sem nem correr (só no Ibirapuera mesmo).

É o Brasil me lembrando como é ser brasileiro.

👉 Pra quem já morou fora: qual foi a PRIMEIRA coisa que você fez quando voltou?
👉 Bora fazer um encontrão de ex-expats em SP? Quem t**a?

Novo post no blog: “Mais fortes juntos: navegando pela independência através da comunidade.” Uma reflexão sobre como a s...
24/04/2026

Novo post no blog: “Mais fortes juntos: navegando pela independência através da comunidade.” Uma reflexão sobre como a solidão pode se transformar em crescimento quando contamos com outras pessoas — e como a comunidade nos ajuda a reaprender a ser independentes. Leia agora: https://wix.to/hSlpvTl

É uma sensação estranha — estar acostumado a estar com alguém por tanto tempo e, de repente, perceber que precisa se adaptar a estar sozinho.Não é a primeira vez. E talvez não seja a última. Não que eu deseje reaprender a ficar sozinho — mas é desafiador. E talvez seja aí que a vida m...

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