13/05/2026
O gestor de Recursos Humanos, Magnata Noah, lamentou o facto de, até a presente data, ainda se observar um fraco número de empresas nacionais que exigem cartas de recomendação a candidatos a uma vaga de emprego.
Sublinhando ser um elemento essencial no processo de selecção e recrutamento já em várias realidades, em entrevista ao portal Mochiladas, ontem, 12, na sede da empresa Dicoose S.A, no município de Talatona, em Luanda, o perito afirmou que o documento oferece vantagens únicas e uma acentuada desvantagem.
"Não é uma norma universal, porém, nos dias de hoje, a carta de recomendação é vista como um diferencial de excelência. Ter uma carta bem elaborada por um antigo chefe pode ser o factor decisivo entre dois candidatos igualmente qualif**ados. Porém ela também pode matar prematuramente a carreira de alguém pela conduta no antigo local de trabalho", alertou Magnata Noah.
Na mesma ocasião, o especialista em pessoal e quadro e gestão de carreiras reforçou que, actualmente, no país, os sectores que mais exigem o documento são os mais formalizados, como a área da banca e seguros, o segmento petrolífero, consultoria, multinacionais entre outros.
Jornalista: Kizua Massoxe