05/08/2026
Seguimos viajando por Mongolia junto a Ynho Lemes Aventure. La parte occidental de Mongolia es un capítulo aparte... tierra de renos, alces, leopardos de las nieves, osos y, sobre todo, de cazadores con águilas. La transición de las llanuras a montañas colosales hace que lo que ya era hermoso resulte aún más fascinante, con las famosas montañas Altái como telón de fondo. No solo cambian los paisajes, sino también el propio modo de vida de la población local. Esta región, con especial énfasis en el pueblo kazajo, muestra una cultura y unas costumbres algo diferentes, lo que enriquece aún más la historia general de Mongolia. El uso frecuente de artículos de cuero en la vida cotidiana (vestimenta, arreos de equitación, etc.) confiere a la región características propias. Uno de los mejores lugares para observar esto es la ciudad de Ölgyi, situada casi en la triple frontera con Kazajistán, China y Rusia, y que recibe cierta influencia de estos países vecinos tanto en su historia como en sus costumbres. Las carreteras también cambian: el asfalto de buena calidad da paso a caminos de grava y piedra, caracterizados por tramos pedregosos y muchas irregularidades transversales (conocidas como "costillas de vaca" o *washboard roads*), que son mis favoritos. Me sentía como pez en el agua 🤣🤣 conduciendo por este tipo de terreno. La comunicación, que ya era difícil, se complicó aún más, ya que los kazajos tienen su propio idioma, mezclado con el mongol. Es un lugar donde incluso los gestos son diferentes 😮😮😮; prácticamente no conocen ninguno de nuestros gestos habituales con las manos o la cabeza. En este tramo tuvimos que modificar un poco la ruta debido a la temporada de lluvias, que hizo imposible cruzar algunos ríos del camino... en esta zona, los bidones de reserva de gasolina resultaron muy útiles, ya que hay menos estaciones de servicio. Los kazajos crían muchos yaks y, de vez en cuando, nos cruzábamos con rebaños y yurtas o *gers* (las viviendas tradicionales del pueblo mongol) dispersos por las montañas...- A parte oeste da Mongólia é um capítulo à parte.... terra de renas, alces, leopardo das neves, ursos e principalmente dos caçadores com águias.
A transição das planícies para montanhas colossais deixa o que já era bonito ainda mais fascinante, com as famosas Montanhas Altai de fundo. Muda também não só as paisagens, mas o próprio modo de vida do povo local. Essa região, com ênfase ao povo Cazaque, demonstra uma cultura e costumes um pouco variado, enriquecendo ainda mais a história geral da Mongólia.
O uso acentuado de ítens em couro em seu dia-a-dia (vestimenta, artefatos de cavalaria, etc.. ) deixa a região com características próprias. E um dos melhores lugares para se observar isso é a cidade polo de Ölgyi, quase na tríplice fronteira com Cazaquistão, China e Rússia, recebendo um pouco de influência destes países vizinhos em sua história e em seus costumes.
As estradas também mudam, quando o asfalto de boa qualidade dá lugar às estradas de rípio, nessa região caracterizada por trechos de pedras e muitas costeletas, os meus preferidos. Eu tava me sentindo um "pinto no lixo" 🤣🤣 ao rodar por esse tipo de terreno.
A comunicação que já era difícil, complicou um pouco mais ainda, os cazaques tem outro linguajar próprio misturado com o mongol. Um lugar onde até as mímicas são diferentes 😮😮😮 não conhecem praticamente nenhum dos nossos gestos de mãos e cabeça.
Neste trecho tivemos que alterar um pouco o caminho devido à estação das chuvas, que impossibilitou passar por alguns rios do caminho.... nessa região os galões reservas de gasosa foram úteis, (locais com menos postos de abastecimento).
Os cazaques criam muitos iaques (ou yak) e de vez em quando cruzávamos com rebanhos e iurts ou gers (casas tradicionais do povo mongol) perdidos nas montanhas.... -