A Cidade Nova... Primeiramente serviu de "cidade dormitório" para o excedente populacional de Belém, principalmente funcionários públicos sem residência própria, selecionados dentro de mega projeto habitacional da COAHB na década de 70, que visava a construção de milhares de casas na região metropolitana de Belém, para conter o crescimento desordenado na capital. Com o passar do tempo, o conjunto
Cidade Nova foi se expandindo e se infraestruturando, trazendo mais e mais gente para o conjunto. Porém, como toda cidade que cresce demograficamente, foi surgindo os problemas, já que essa infraestrutura não acompanhava o enorme fluxo populacional crescente: falta de transporte, de energia, de água, insegurança, comercio como supermercados, farmácias e feiras eram precárias nos primeiros anos de vida. Com o crescimento desordenado e a especulação imobiliária, diversas áreas foram sendo valorizadas, fazendo que seus primeiros moradores de baixo poder aquisitivo, negociassem suas casas e mudassem para áreas menos valorizadas como as inúmeras invasões que surgiam nas zonas periféricas do imenso conjunto habitacional, sendo uma delas, reconhecida como a maior invasão da América na da Latina, hoje chamado de Conjunto PAAR. Com o passar do tempo, a Cidade Nova foi se desenvolvendo em um ritmo mais acentuado e a década de 90 veio para consolidar seu crescimento, pois chamou a atenção de grandes empresários e investidores, através de uma política desenvolvimentista de incentivos fiscais feito pelo Prefeito Manoel Pioneiro, que visou o desenvolvimento gradual e a geração de emprego e renda para a população local, para que não se deslocasse mais a outros centros para trabalharem. Graças a isso, hoje a Cidade Nova desponta como uma das áreas residências mais valorizadas da região metropolitana da grande Belém. A Cidade Nova, possui um corpulento centro comercial, uma bela feira coberta, diversas faculdades, centros esportivos com um grande ginásio coberto, terminais rodoviários, bares e diversos locais de lazer e outros pólos em fase de desenvolvimento. A cada dia torna-se mais vertical, com a construção de diversos edifícios de muitos andares, resultado do boom imobiliário e o bom momento econômico das famílias ananindeuenses. Seu trânsito é irregular com gargalos na saída e na entrada da Cidade Nova onde o fluxo de veículos é lento, o transporte público tenta acompanhar o crescimento da cidade, porém é deficitário nos horários de pico. O surgimento do bairro foi de fundamental importância para a consolidação de Ananindeua como o segundo maior município do Pará e terceiro maior município da Amazônia. A Cidade Nova tem sub-conjuntos formados pelos conjuntos Cidades Novas numerados de 1 a 9 e mais o conjunto Guajará I com ruas chamadas de "WE", iguais uma das outras. Devido a isto, muita gente que não conhece o conjunto perdem-se pelas ruas, alegando que todas as ruas se parecerem, pois nenhum dos conjuntos seguem a ordem numérica correta. Menor Conjunto "Cidade Nova 3" Maior Conjunto "Cidade Nova 6" Avenida Principal "Arterial 18" e "3 Corações".