Turismo Noroeste Gaúcho

Turismo Noroeste Gaúcho Bem vindo (a) ao Turismo Noroeste Gaúcho. Aqui temos Turismo Produtivo!
(1)

Conheça a região Noroeste do Rio Grande do Sul e suas atrações turísticas: belezas naturais, produção agropecuária, história, religião, cultura, gastronomia e aventura!

 # 🎶 Festa do Músico: uma história que está prestes a voltar a ecoar em TucunduvaConhecida como “Terra do Músico”, Tucun...
19/08/2026

# 🎶 Festa do Músico: uma história que está prestes a voltar a ecoar em Tucunduva

Conhecida como “Terra do Músico”, Tucunduva construiu ao longo de décadas uma identidade cultural profundamente ligada às bandas e à música. A retomada da Festa do Músico representa mais do que o retorno de um evento: significa reencontrar uma parte importante da história do município e da própria cultura musical do Noroeste Gaúcho.

Há cidades que possuem uma festa. Tucunduva possui uma festa que ajudou a construir a própria identidade da cidade.

A Festa do Músico nasceu da forte relação do município com a música e, ao longo dos anos, transformou-se em um dos acontecimentos mais conhecidos do calendário cultural regional. Tucunduva passou a ser reconhecida como a “Terra do Músico”, uma identidade diretamente relacionada à presença histórica de bandas e músicos na comunidade. A própria documentação cultural do Estado registra essa vocação como um dos elementos importantes da identidade do município.

# # Uma festa que ultrapassou as fronteiras do município

A dimensão que a Festa do Músico alcançou pode ser percebida pelo número de músicos e grupos que passaram pelo evento.

Em sua 25ª edição, realizada em 2012, a festa foi apresentada pela Abramus como um grande encontro de músicos, reunindo mais de 5 mil músicos ao longo de sua história. A edição comemorativa contou com bandas e artistas de diferentes regiões e também com atividades tradicionais como a carreata dos músicos, jogos de integração, workshops e shows.

A televisão também registrou a dimensão do evento. Uma edição da festa chegou a reunir mais de 70 bandas, demonstrando a capacidade que Tucunduva tinha de transformar uma celebração local em um grande encontro musical.

Não era simplesmente uma festa com música.

A música era a própria razão de ser da festa.

E isso faz toda a diferença.

# # A cidade que aprendeu a se reconhecer pela música

A história musical de Tucunduva também está ligada a nomes importantes da música regional, entre eles Os Atuais, banda que surgiu no município e se tornou referência na música de bandas do Sul do Brasil.

Documentos sobre a história local apontam justamente essa relação entre a formação musical da cidade e o surgimento da Festa do Músico. Tucunduva passou a ser reconhecida nacionalmente por essa vocação.

Ao longo das edições, músicos, bandas, famílias e admiradores da música encontravam-se no município para celebrar não apenas os grandes nomes, mas também aqueles que fazem da música seu trabalho e sua forma de expressão.

Era um momento de encontro.

Era confraternização.

Era memória.

E, principalmente, era identidade.

# # Quando uma festa deixa de existir, não desaparece apenas um evento

A interrupção de uma tradição como essa representa uma perda que vai além do calendário de eventos.

Perde-se um espaço de encontro.

Perde-se uma oportunidade de reunir músicos.

Perde-se uma tradição que atravessou gerações.

E perde-se também uma parte daquilo que diferencia o município diante de quem olha para ele de fora.

Registros do próprio Estado mostram que, em determinado momento, houve um longo período sem a realização de eventos ligados a essa tradição, relacionado a dificuldades econômicas e à desmobilização administrativa. Ao mesmo tempo, projetos culturais buscavam justamente recuperar a vocação de Tucunduva como Terra do Músico.

Por isso, a possibilidade de retomada da Festa do Músico possui um significado especial.

# # O retorno de uma marca turística

Se a festa realmente voltar a ocupar o calendário de Tucunduva, ela poderá representar uma oportunidade muito maior do que simplesmente recuperar um evento tradicional.

Pode significar a retomada de um produto turístico.

Imagine novamente Tucunduva recebendo músicos de diferentes cidades e estados, bandas chegando ao município, famílias acompanhando os eventos, espaços de gastronomia movimentados, hotéis e restaurantes recebendo visitantes e a cidade inteira respirando música.

Isso gera movimento econômico.

Mas gera também algo ainda mais importante:

visibilidade.

Um evento com uma identidade tão específica pode ajudar Tucunduva a ocupar um espaço próprio no mapa turístico do Noroeste Gaúcho.

Enquanto muitas cidades disputam espaço com festas semelhantes, Tucunduva possui uma história que poucas cidades podem reivindicar.

A Terra do Músico tem uma festa que nasceu dessa identidade.

# # Uma oportunidade para olhar para o futuro sem esquecer o passado

A retomada não precisa ser uma simples reprodução das antigas edições.

Ela pode respeitar a tradição e, ao mesmo tempo, incorporar novas experiências.

Pode reunir as bandas tradicionais que fizeram história, abrir espaço para novos músicos, promover encontros, oficinas, apresentações, exposições de instrumentos, memória das bandas, gastronomia, cultura e atividades para diferentes públicos.

Pode recuperar fotografias, cartazes, instrumentos, histórias e personagens das antigas edições.

Pode inclusive criar um memorial da Festa do Músico, preservando a trajetória de uma celebração que já reuniu milhares de pessoas ligadas à música.

Porque uma festa com essa história não deve ser apenas realizada.

Ela deve ser contada.

# # Turismo também é memória

Para o Turismo Noroeste Gaúcho, iniciativas como essa possuem um significado especial.

Nosso trabalho não é apenas mostrar lugares bonitos ou divulgar eventos. É procurar entender o que existe por trás de cada lugar.

E a Festa do Músico é um exemplo perfeito.

Ela conta a história de uma cidade.

Conta a história de músicos.

Conta a história de famílias.

Conta a história das bandas que atravessaram gerações.

E conta uma parte da própria identidade cultural do Noroeste Gaúcho.

Por isso, se a música voltar a ocupar as ruas e os espaços de Tucunduva, não estará voltando apenas uma festa.

Estará voltando uma parte da memória da cidade.

E talvez seja justamente essa a maior força turística de um evento:

quando o visitante não vem apenas para assistir a uma festa, mas para vivenciar uma história que pertence àquele lugar.

🎶 Tucunduva é Terra do Músico.

E se a Festa do Músico está voltando, que volte não apenas como evento, mas como símbolo de identidade, cultura, memória e turismo para toda a região.*

É AMANHÃ! Evento de premiação do Concurso Fotográfico Belezas do Noroeste GaúchoExposição das fotos vencedoras e das fot...
18/08/2026

É AMANHÃ!

Evento de premiação do Concurso Fotográfico Belezas do Noroeste Gaúcho
Exposição das fotos vencedoras e das fotos mais curtidas de cada municipio
Lançamento de livros digitais
Lançamento oficial do Instituto Noroeste Gaúcho
Lançamento do Selo de Qualidade Turismo Noroeste Gaúcho

UMA HISTÓRIA QUE PASSOU A SER RECONHECIDAA história das cerejeiras de Três de Maio acaba de ganhar mais um capítulo.Depo...
18/08/2026

UMA HISTÓRIA QUE PASSOU A SER RECONHECIDA

A história das cerejeiras de Três de Maio acaba de ganhar mais um capítulo.

Depois de décadas em que essas árvores foram crescendo pelas ruas, praças, jardins e propriedades do município, a cerejeira passou a ocupar oficialmente um lugar na identidade de Três de Maio. A aprovação, por unanimidade, da lei que institui a cerejeira como árvore-símbolo do município representa muito mais do que a escolha de uma espécie vegetal.

É o reconhecimento de uma história.

Uma história que começou quando algumas sementes foram trazidas para Três de Maio, quando alguém acreditou que aquelas pequenas sementes poderiam encontrar aqui um novo lugar. Uma história que passou pelas mãos de pessoas que plantaram, cuidaram, multiplicaram e preservaram. Uma história que, ao longo dos anos, transformou a paisagem e passou a fazer parte da memória afetiva de gerações.

Mas, depois de reconhecer a árvore, era preciso também reconhecer as pessoas que fizeram essa história acontecer.

Foi nesse contexto que surgiu uma nova iniciativa do Instituto Noroeste Gaúcho.

Se a cerejeira havia sido reconhecida como símbolo do município, aqueles que contribuíram para sua chegada, multiplicação e manutenção também mereciam ser lembrados.

A indicação partiu do Instituto Noroeste Gaúcho, por meio de seu diretor, Vanderlei Lermen, e foi acolhida pelos vereadores Paulo Fábio Pereira, da Bancada do PL, e Antonio de Oliveira, da Bancada do Progressistas.

Os dois vereadores apresentaram conjuntamente a Moção nº 15/2026, uma homenagem à senhora Carla Elizabeth Becker e à equipe do Horto Municipal de Três de Maio, em reconhecimento à contribuição de ambos para a inserção e a manutenção das cerejeiras no município.

E a moção foi aprovada por unanimidade.

Há algo especialmente bonito nesse momento.

A lei reconhece a árvore.

A moção reconhece as pessoas.

E, juntas, as duas iniciativas ajudam a contar a história completa.

Porque nenhuma árvore se transforma em símbolo sozinha.

É preciso alguém que plante.

Alguém que cuide.

Alguém que multiplique.

Alguém que perceba seu valor.

Alguém que conte sua história.

E alguém que, muitos anos depois, compreenda que aquilo que parecia apenas uma árvore plantada em um jardim pode ter se transformado em parte da identidade de uma cidade.

Carla Becker representa um desses capítulos. Foi ela quem, ainda na década de 1980, encontrou em Bragança Paulista aquelas flores cor-de-rosa que chamaram sua atenção, recolheu sementes e decidiu experimentar o seu cultivo em Três de Maio. O que começou como uma curiosidade e uma experiência pessoal acabou dando origem a algumas das primeiras cerejeiras que encontraram raízes no município.

Décadas depois, as árvores que nasceram daquela iniciativa florescem pelas ruas e encantam moradores e visitantes.

E o Horto Municipal representa outro elo fundamental dessa história: o trabalho de multiplicar, produzir, cuidar e disponibilizar mudas para que essa paisagem possa continuar crescendo.

Por isso, a homenagem não é apenas para duas pessoas ou para uma equipe.

Ela simboliza o reconhecimento de todos aqueles que, de alguma maneira, ajudaram a construir a "Terra das Cerejeiras".

Há também um significado especial na forma como isso aconteceu.

A iniciativa nasceu na sociedade civil, através do Instituto Noroeste Gaúcho, encontrou espaço no Poder Legislativo e recebeu o apoio de vereadores de diferentes bancadas.

É assim que uma identidade cultural se constrói: quando diferentes pessoas e instituições percebem que determinada história pertence a todos.

A cerejeira já era parte da cidade.

Agora, ela passa a ser também parte oficial daquilo que Três de Maio escolheu dizer sobre si mesma.

E, ao mesmo tempo em que a Câmara reconhece a árvore, reconhece também quem ajudou a colocá-la no caminho que a trouxe até aqui.

Talvez este seja um dos maiores sentidos deste livro.

Não deixar que a história desapareça junto com as pétalas.

Registrar os nomes.

Registrar as memórias.

Registrar as pequenas decisões que, somadas ao longo de décadas, transformaram uma árvore em símbolo.

Porque daqui a muitos anos, quando novas gerações caminharem pelas ruas floridas de Três de Maio, talvez elas não saibam exatamente quem plantou cada cerejeira.

Mas poderão saber que houve pessoas que acreditaram nelas.

E poderão olhar para uma árvore florida e entender que aquela beleza não nasceu por acaso.

Ela tem uma história.

Ela tem pessoas.

Ela tem memória.

E agora, oficialmente, ela tem também um lugar na identidade de Três de Maio.

Um agradecimento aos Vereadores Paulo e Antônio por levar essa indicação à Câmara e aos demais Vereadores pela aprovação

Vanderlei Lermen Agro
Instituto Noroeste Gaúcho

Turismo na Região Noroeste nessa época está mais colorida com a florada dos Ipês. Tem fotos ou vídeos? Manda para nosso ...
17/08/2026

Turismo na Região Noroeste nessa época está mais colorida com a florada dos Ipês.

Tem fotos ou vídeos? Manda para nosso whats 55 99724-7407 e ajude a divulgar a florada dos ipês da nossa região

📸 PATROCINADOR OFICIAL DO CONCURSOA Camping Tur Pousada Felicidade, de Alecrim, está ao lado da 3ª edição do Concurso de...
17/08/2026

📸 PATROCINADOR OFICIAL DO CONCURSO

A Camping Tur Pousada Felicidade, de Alecrim, está ao lado da 3ª edição do Concurso de Fotografias Belezas do Noroeste Gaúcho!

Localizada junto ao Rio Uruguai, a Pousada Felicidade oferece hospedagem, turismo rural, momentos de lazer e experiências na natureza, além de passeios de barco e pescarias pelo Rio Uruguai.

🌿 Um lugar para descansar, viver a natureza e conhecer ainda mais as belezas do nosso Noroeste.

Nosso agradecimento à Pousada Felicidade por acreditar neste projeto e ajudar a valorizar o turismo, as paisagens e as experiências da nossa região.

Camping Tur Pousada Felicidade — Pesca & Lazer na Natureza.

CAMPINA DAS MISSÕES GANHA DESTAQUE NA REVISTA FESTURIS E MOSTRA A FORÇA DA CULTURA RUSSA NO TURISMOMunicípio do Noroeste...
17/08/2026

CAMPINA DAS MISSÕES GANHA DESTAQUE NA REVISTA FESTURIS E MOSTRA A FORÇA DA CULTURA RUSSA NO TURISMO

Município do Noroeste Gaúcho é apresentado como “um pedaço da Rússia no Brasil” em uma das principais publicações especializadas do turismo do Sul do país

Campina das Missões acaba de ganhar um importante espaço de visibilidade no cenário turístico brasileiro. O município é destaque na edição 107 da Revista Festuris, publicação especializada que circula entre profissionais, destinos, empresas e lideranças do setor turístico.

A edição de julho/agosto de 2026 tem como tema de capa “Turismo internacional em ascensão” e apresenta, entre seus conteúdos, uma reportagem especial sobre Campina das Missões dentro da série “O Mundo no Brasil”, com o título “Campina das Missões: um pedaço da Rússia no Brasil”.

Mais do que divulgar um município, a reportagem apresenta ao leitor uma característica que torna Campina das Missões singular: a preservação de uma forte herança cultural russa, construída a partir da imigração e mantida ao longo das gerações.

# Uma cultura que virou identidade

A reportagem destaca a trajetória dos imigrantes russos que chegaram à região e ajudaram a construir a identidade de Campina das Missões.

A presença dessa cultura pode ser percebida na religiosidade, na gastronomia, nas tradições, na arquitetura, nas festas, nos costumes e na própria memória das famílias que ajudaram a formar o município.

Entre os elementos apresentados está a presença da Igreja Ortodoxa Russa, instalada na região desde o início do século XX, além de personagens e descendentes que contribuíram para preservar essa herança cultural.

A reportagem também destaca a gastronomia e os costumes russos como elementos capazes de despertar o interesse dos visitantes.

É justamente aí que cultura e turismo se encontram.

# Patrimônio que conta histórias

Campina das Missões possui algo que muitos destinos turísticos procuram construir: uma identidade própria.

O visitante não encontra apenas uma praça, uma igreja, uma festa ou um restaurante. Encontra uma história.

Encontra uma comunidade que preservou tradições de seus antepassados e que transformou essa herança em parte da identidade local.

A presença da cultura russa pode ser compreendida como um patrimônio vivo, que continua sendo praticado e transmitido pelas famílias.

E esse é um dos grandes valores do turismo cultural: permitir que o visitante conheça um território através das histórias de quem o construiu.

# Da imigração ao turismo

A publicação na Revista Festuris também mostra uma possibilidade importante para Campina das Missões e para toda a região.

A cultura russa não precisa ser apenas lembrada.

Ela pode ser vivenciada.

Gastronomia, religiosidade, arquitetura, festas, música, costumes, histórias familiares e patrimônio podem ser transformados em experiências capazes de receber visitantes interessados em conhecer uma parte diferente da formação cultural do Brasil.

Esse movimento dialoga diretamente com o próprio posicionamento da Revista Festuris, que ao longo de suas edições vem destacando destinos, experiências, cultura, gastronomia e iniciativas que fortalecem o turismo. A publicação já apresentou, inclusive, conteúdos relacionados às Missões e à valorização do patrimônio cultural do Rio Grande do Sul.

# Uma vitrine importante para o Noroeste Gaúcho

Para Campina das Missões, estar presente em uma publicação especializada como a Revista Festuris representa uma oportunidade de colocar sua história diante de um público que trabalha justamente com turismo.

O próprio Festuris se consolidou como um importante ambiente de negócios, relacionamento e promoção de destinos, reunindo profissionais e marcas do Brasil e do exterior. Em 2025, a feira registrou a presença de 64 destinos internacionais, além de milhares de participantes e marcas.

Por isso, a presença de Campina das Missões na revista vai além da divulgação local.

É uma oportunidade de dizer ao mercado turístico:

Existe um pedaço da Rússia no Brasil.
E ele está no Noroeste Gaúcho.

# Turismo que começa pela identidade

A história de Campina das Missões também reforça uma ideia importante para o desenvolvimento turístico da nossa região.

Antes de perguntar “o que podemos criar para atrair turistas?”, talvez seja necessário perguntar:

“O que nós já temos que o mundo gostaria de conhecer?”

Campina das Missões encontrou essa resposta em sua própria história.

A cultura russa, preservada por gerações, deixou de ser apenas parte da memória da comunidade e passa a ser também uma possibilidade de experiência turística.

E quando um território consegue transformar memória em identidade, identidade em experiência e experiência em turismo, ele começa a construir um destino verdadeiramente diferenciado.

A reportagem da Revista Festuris ajuda justamente a mostrar isso.

Inclusive a construção da identidade turistica da região é o tema central do livro "A Identidade da Fronteira Noroeste - Um Território para se Vivido" de Vanderlei Lermen.

Campina das Missões não precisa inventar uma história para receber turistas.
Ela precisa contar ao mundo a história que já possui.

E essa história, agora, está ganhando espaço em uma das vitrines especializadas mais importantes do turismo do Sul do Brasil.

📸Está chegando o grande momento!As 10 fotos vencedoras da 3ª edição do Concurso de Fotografias Belezas do Noroeste Gaúch...
16/08/2026

📸Está chegando o grande momento!

As 10 fotos vencedoras da 3ª edição do Concurso de Fotografias Belezas do Noroeste Gaúcho superaram 540 curtidas até o meio-dia deste domingo!

🏆 Os vencedores serão conhecidos quarta-feira, 19 de agosto, no grande evento de premiação, no Sítio do Peixe, em Tuparendi.

🕔 A partir das 17h: exposição de produtos e serviços dos patrocinadores.
🏆 A partir das 19h30: entrega da premiação.

Uma noite para celebrar a fotografia, os participantes e as belezas do nosso Noroeste!

16/08/2026

Hoje ao meio dia encerra o período de votação do Concurso de Fotografias Belezas do Noroeste Gaúcho

16/08/2026

Festival de Inverno no Rancho Dos Mahlers: uma noite de sabores e tradição

O Festival de Inverno do Rancho dos Mahlers proporcionou uma noite diferente, reunindo gastronomia, música e hospitalidade em um ambiente que valoriza as experiências da nossa região.

O cardápio trouxe uma verdadeira viagem de sabores, com oito pratos diferentes, entre risotos, massas, frango assado e outras preparações, além da sobremesa. Uma proposta especial para aquecer a noite e surpreender os visitantes.

A experiência gastronômica contou também com a participação das chefs Carine, de Ijuí, e Silvia, de Cruz Alta, que se juntaram à equipe do Rancho para preparar os pratos da noite.

Para completar o ambiente, a música ao vivo tradicionalista gaúcha trouxe ainda mais identidade ao festival, criando aquele clima de encontro, conversa e celebração que combina tanto com o inverno.

Mais do que uma noite de gastronomia, o Festival de Inverno mostrou como os empreendimentos da região podem transformar comida, cultura, música e hospitalidade em experiências turísticas.

Uma noite especial no Rancho dos Mahlers — daquelas que deixam vontade de voltar.

Endereço

Linha Gaúcha
Boa Vista Do Burica, RS
98918-000

Notificações

Seja o primeiro recebendo as novidades e nos deixe lhe enviar um e-mail quando Turismo Noroeste Gaúcho posta notícias e promoções. Seu endereço de e-mail não será usado com qualquer outro objetivo, e pode cancelar a inscrição em qualquer momento.

Entre Em Contato Com O Negócio

Envie uma mensagem para Turismo Noroeste Gaúcho:

Atalhos

Compartilhar

Categoria