Vai Sim Viagens

Vai Sim Viagens Vai Sim! agora é uma fanpage voltada ao turismo acessível, com dicas de viagem pelo mundo para pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida. Sim, Vai Sim.

A Vai Sim acredita que viajar é para todos. Todos que desejam conhecer novos lugares, novos sabores, novos amigos, novas emoções e experiências de vida. Pessoas com deficiência motora, visual, auditiva e intelectual também têm esse direito. E conhecer de perto o que cada país ou cidade oferece faz com que as pessoas com deficiência sintam-se capazes e possam realizar os seus maiores sonhos de viag

em. É mais segurança, com economia de tempo e dinheiro. É isso que a Vai Sim se propõe a fazer: gerar conteúdo exclusivo sobre viagens para pessoas com deficiência. E se você vai viajar?

27/05/2015

Boa tarde! A partir de 6 junho, a Vai Sim vai dar muitas dicas de viagem para as pessoas com deficiência conhecerem o mundo. Isso porque eu, Cristiano Prata (um dos fundadores da Vai Sim) vou fazer uma viagem de volta ao mundo e passarei por 30 países, aproximadamente. A ideia é compartilhar em um BLOG com vocês um pouco de tudo o que eu observar e vivenciar sobre turismo acessível em diversas cidades. E se você também sonha em conhecer esse mundão, pode dizer pra todo mundo que você Vai Sim! Em breve chego com as novidades e o Blog, ok? Aguarde. Grande abraço!

A matéria publicada pela Exame mostra uma jovem cadeirante que resolve testar a acessibilidade nos aeroportos das cidade...
06/06/2014

A matéria publicada pela Exame mostra uma jovem cadeirante que resolve testar a acessibilidade nos aeroportos das cidades que receberão jogos da Copa do Mundo. O resultado mostra, com vídeos, os problemas que muitos outros enfrentam no Brasil.

Nós acreditamos que isso pode mudar e vamos trabalhar para isso. Afinal, viajar é para todos!

Perto de terminar curso de direito, a estudante Nathalia Fernandes, que tem paralisia cerebral, decidiu por conta própria testar a acessibilidade de todos os aeroportos da Copa

Ministério do Turismo acaba de lançar o Guia de Turismo Acessível. Mais uma iniciativa para que todos possam ter experiê...
03/06/2014

Ministério do Turismo acaba de lançar o Guia de Turismo Acessível. Mais uma iniciativa para que todos possam ter experiências únicas de viagem. A Vai Sim apoia essa ideia.

O Guia Turismo Acessível é um guia colaborativo onde você pode consultar a acessibilidade de pontos turísticos, hotéis, restaurantes e atrações diversas.

A Vai Sim foi indicada para participar do Next First Look Forum, que acontecerá em Nova York em setembro. Acabamos de pr...
25/05/2014

A Vai Sim foi indicada para participar do Next First Look Forum, que acontecerá em Nova York em setembro. Acabamos de preencher o application. E com a sua ajuda a gente VAI SIM ser uma das 12 startups selecionadas e ainda faremos muito pelas pessoas com deficiência e mobilidade reduzida. A indicação é para participar do processo seletivo do NEXT First Look Forum. 12 startups dos programas de pré-aceleração do NEXT powered by Google for Entrepreneurs realizados em várias cidades do mundo serão selecionadas a partir do application enviado hoje. O resultado deve sair nos próximos dias. É torcer para dar certo! Muito obrigado a quem acredita na Vai Sim. Temos muito o que aprender e fazer ainda. Um passo de cada vez e a gente chega lá. O time Vai Sim agradece o apoio e vamos fazer juntos a diferença no turismo acessível. http://vaisim.com.br

http://www.f6s.com/vaisim

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Luigi Baricelli, mestre de cerimônia do Brapps 2014, prestigiando a Vai Sim durante o evento. Valeu, Luigi!
27/04/2014

Luigi Baricelli, mestre de cerimônia do Brapps 2014, prestigiando a Vai Sim durante o evento. Valeu, Luigi!

Arte com Acessibilidade pelas ruas de Brasília.
22/04/2014

Arte com Acessibilidade pelas ruas de Brasília.

12/04/2014

A Vai Sim está na Reatech 2014, feira internacional de reabilitação, inclusão, acessibilidade e paradesporto, que acontece em São Paulo até amanhã. A ideia conhecermos bem as necessidades e os desejos de pessoas com deficiência e mobilidade reduzida na hora de viajar. Tudo para que possamos criar pacotes de viagem únicos para a confiança, capacidade, igualdade e autonomia dos nossos clientes. Porque viajar é para todos.
vaisim.com.br

Olá, mundo!10 de abril de 2014admin1 ComentárioBem-vindo ao WordPress. Esse é o seu primeiro post. Edite-o ou exclua-o, e então comece a publicar!

08/04/2014

A VAI SIM! quer compartilhar com você algumas dicas de como lidar com pessoas com deficiência. O texto é longo, mas muito importante para todos nós. Vale a pena!

DICAS DE RELACIONAMENTO

Apresentamos a seguir algumas orientações que as pessoas podem seguir nos seus contatos com as pessoas com deficiência. Não são regras, mas esclarecimentos resultantes da experiência de diferentes pessoas que atuam na área e que apontam para as especificidades dos diferentes tipos de deficiências.

Como chamar

Prefira usar o termo hoje mundialmente aceito: “pessoa com deficiência (motora, auditiva, visual ou intelectual/mental)”, em vez de “portador de deficiência”, “pessoa com necessidades especiais” ou “portador de necessidades especiais”;
Os termos ”cego” e “surdo” podem ser utilizados;
Jamais utilizar termos pejorativos ou depreciativos como “deficiente”, “aleijado”, “inválido”, “mongol”, “excepcional”, “retardado”, “incapaz”, “defeituoso” etc.

Pessoas com deficiência física

É importante perceber que para uma pessoa sentada é incômodo ficar olhando para cima por muito tempo. Portanto, ao conversar por mais tempo que alguns minutos com uma pessoa que usa cadeira de rodas, se for possível, lembre-se de sentar, para que você e ela fiquem com os olhos no mesmo nível.
A cadeira de rodas (assim como as bengalas e muletas) é parte do espaço corporal da pessoa, quase uma extensão do seu corpo. Apoiar-se na cadeira de rodas é tão desagradável como fazê-lo numa cadeira comum onde uma pessoa está sentada.
Ao empurrar uma pessoa em cadeira de rodas, faça-o com cuidado. Preste atenção para não bater naqueles que caminham à frente. Se parar para conversar com alguém, lembre-se de virar a cadeira de frente para que a pessoa também possa participar da conversa.
Mantenha as muletas ou bengalas sempre próximas à pessoa com deficiência.
Se achar que ela está em dificuldades, ofereça ajuda e, caso seja aceita, pergunte como deve proceder. As pessoas têm suas técnicas individuais para subir escadas, por exemplo, e, às vezes, uma tentativa de ajuda inadequada pode até atrapalhar. Outras vezes, o auxílio é essencial. Pergunte e saberá como agir e não se ofenda se a ajuda for recusada.
Se você presenciar um tombo de uma pessoa com deficiência, ofereça-se imediatamente para auxiliá-la. Mas nunca aja sem antes perguntar se e como deve ajudá-la.
Não se acanhe em usar termos como “andar” e “correr”. As pessoas com deficiência física empregam naturalmente essas mesmas palavras.

Pessoas com deficiência visual

É bom saber que nem sempre as pessoas com deficiência visual precisam de ajuda. Se encontrar alguém que pareça estar em dificuldades, identifique-se, faça-a perceber que você está falando com ela e ofereça seu auxílio.
Nunca ajude sem perguntar como fazê-lo. Caso sua ajuda como guia seja aceita, coloque a mão da pessoa no seu cotovelo dobrado. Ela irá acompanhar o movimento do seu corpo enquanto você vai andando. Num corredor estreito, por onde só é possível passar uma pessoa, coloque o seu braço para trás, de modo que a pessoa cega possa continuar seguindo você.
É sempre bom avisar, antecipadamente, sobre a existência de degraus, pisos escorregadios, buracos e outros obstáculos durante o trajeto.
Ao explicar direções, seja o mais claro e específico possível; de preferência, indique as distâncias em metros (“uns vinte metros à nossa frente”, por exemplo). Quando for afastar-se, avise sempre.
Algumas pessoas, sem perceber, falam em tom de voz mais alto quando conversam com pessoas cegas. A menos que ela tenha, também, uma deficiência auditiva que justifique isso, não faz nenhum sentido gritar. Fale em tom de voz normal.
Não se deve brincar com um cão-guia, pois ele tem a responsabilidade de guiar o dono que não enxerga e não deve ser distraído dessa função.
As pessoas cegas ou com visão subnormal são como você, só que não enxergam. Trate-as com o mesmo respeito e consideração dispensados às demais pessoas. No convívio social ou profissional, não as exclua das atividades normais. Deixe que elas decidam como podem ou querem participar.
Fique à vontade para usar palavras como “veja” e “olhe”, pois as pessoas com deficiência visual as empregam com naturalidade.

Pessoas com paralisia cerebral

A paralisia cerebral é fruto da lesão cerebral, ocasionada antes, durante ou após o nascimento, causando desordem sobre os controles dos músculos do corpo. A pessoa com paralisia cerebral não é uma criança, nem é portador de doença grave ou contagiosa.
Trate a pessoa com paralisia cerebral com a mesma consideração e respeito que você usa com as demais pessoas.
Quando encontrar uma pessoa com paralisia cerebral, lembre-se que ela tem necessidades específicas, por causa de suas diferenças individuais, e pode ter dificuldades para andar, fazer movimentos involuntários com pernas e braços e apresentar expressões estranhas no rosto.
Não se intimide, trate-a com naturalidade e respeite o seu ritmo, porque em geral essas pessoas são mais lentas. Tenha paciência ao ouvi-la, pois a maioria tem dificuldade na fala. Há pessoas que confundem esta dificuldade e o ritmo lento com deficiência intelectual.

Pessoas com deficiência auditiva

Não é correto dizer que alguém é surdo-mudo. Muitas pessoas surdas não falam porque não aprenderam a falar. Algumas fazem a leitura labial, outras não.
Ao falar com uma pessoa surda, acene para ela ou toque levemente em seu braço, para que ela volte sua atenção para você. Posicione-se de frente para ela, deixando a boca visível de forma a possibilitar a leitura labial. Evite fazer gestos bruscos ou segurar objetos em frente à boca. Fale de maneira clara, pronunciando bem as palavras, mas sem exagero. Use a sua velocidade normal, a não ser que lhe peçam para falar mais devagar.
Ao falar com uma pessoa surda, procure não ficar contra a luz, e sim num lugar iluminado.
Seja expressivo, pois as pessoas surdas não podem ouvir mudanças sutis de tom de voz que indicam sentimentos de alegria, tristeza, sarcasmo ou seriedade, e as expressões faciais, os gestos e o movimento do seu corpo são excelentes indicações do que você quer dizer.
Enquanto estiver conversando, mantenha sempre contato visual. Se você desviar o olhar, a pessoa surda pode achar que a conversa terminou.
Nem sempre a pessoa surda tem uma boa dicção. Se tiver dificuldade para compreender o que ela está dizendo, não se acanhe em pedir para que repita. Geralmente, elas não se incomodam em repetir quantas vezes for preciso para que sejam entendidas. Se for necessário, comunique-se por meio de bilhetes. O importante é se comunicar.
Mesmo que pessoa surda esteja acompanhada de um intérprete, dirija-se a ela, e não ao intérprete.
Algumas pessoas surdas preferem a comunicação escrita, outras usam língua de sinais e outras ainda preferem códigos próprios. Estes métodos podem ser lentos, requerem paciência e concentração. Você pode tentar se comunicar usando perguntas cujas respostas sejam sim ou não. Se possível, ajude a pessoa surda a encontrar a palavra certa, de forma que ela não precise de tanto esforço para transmitir sua mensagem. Não fique ansioso, pois isso pode atrapalhar sua conversa.

Pessoas com deficiência intelectual

Você deve agir naturalmente ao dirigir-se a uma pessoa com deficiência intelectual.
Trate-a com respeito e consideração. Se for uma criança, trate-a como criança. Se for adolescente, trate-a como adolescente, e se for uma pessoa adulta, trate-a como tal.
Não a ignore. Cumprimente e despeça-se dela normalmente, como faria com qualquer pessoa.
Dê-lhe atenção, converse e verá como pode ser divertido. Seja natural, diga palavras amistosas.
Não superproteja a pessoa com deficiência intelectual. Deixe que ela faça ou tente fazer sozinha tudo o que puder. Ajude apenas quando for realmente necessário.
Não subestime sua inteligência. As pessoas com deficiência intelectual levam mais tempo para aprender, mas podem adquirir muitas habilidades intelectuais e sociais.



Fonte:
“O que as empresas podem fazer pela inclusão das pessoas com deficiência”
Instituto Ethos de Empresas e Responsabilidade Social

Experiência =}
02/04/2014

Experiência =}

Há 20 anos usando cadeira de rodas, Susan Austin luta para mostrar que não é sinônimo de aprisionamento. Foi assim que ela criou o projeto 'Creating the Spectacle!': 'Quando comecei a falar sobre o assunto, engenheiros disseram que não iria funcionar'. Veja mais fotos em http://oesta.do/1kq9i0R

Foto: Norman Lomax

19/03/2014

E para esclarecer um pouco mais sobre o público, criaremos experiências de viagem para pessoas com deficiência motora, visual, auditiva e mental. E pensando em mobilidade reduzida, serão pacotes para idosos, obesos e famílias com criança pequena. Mais uma vez, agradecemos a atenção e em breve apresentaremos as novidades.

19/03/2014

Olá pessoal. Só para esclarecer, a Vai Sim! é um projeto que começou no evento Start Up Weekend Brasília, em Fevereiro/2014. É uma start up voltada ao turismo acessível e que conquistou o primeiro lugar neste evento. Estamos em fase de desenvolvimento da empresa, e participaremos de novos eventos e cursos para colocá-la no ar o mais breve possível. Ajudem a divulgar, pois teremos pacotes de viagem incríveis para pessoas com deficiência e mobilidade reduzida. Enquanto isso, acompanhem aqui os nossos posts sobre o tema e contribua com dicas e sugestões. Muito obrigado.

Endereço

Brasília, DF

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