Personalize TMC

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Personalize TMC A Personalize TMC é referência em gestão de viagens, eventos e despesas corporativas.

Combinamos tecnologia e a expertise de profissionais qualif**ados para entregar soluções eficientes que atendem às necessidades específ**as de cada cliente. A Personalize Turismo foi inaugurada em abril de 2009, com o objetivo de conquistar a credibilidade e a confiança do mercado corporativo de viagens de Curitiba e região, por meio da excelência de seus serviços, qualidade do atendimento e transparência nas negociações. A agência foi idealizada a partir da experiência de mercado de uma das sócias, Juliana Maia, que atuou durante 13 anos no turismo corporativo em empresas como: Rede de Hotéis Pestana, Maringá Turismo, BTI Brasil e ViaLandauto. A Personalize acompanha as tendências nacionais e internacionais, por isso, dedica-se à gestão do relacionamento entre os fornecedores da cadeia produtiva da indústria do turismo de negócios e seus clientes. Assim, a agência dispõe de serviços personalizados, atendimento exclusivo 360 graus e contínuo investimento tecnológico.

É um dos perfis mais comuns e mais desgastados na gestão administrativa de empresas brasileiras de médio porte.A coorden...
21/09/2026

É um dos perfis mais comuns e mais desgastados na gestão administrativa de empresas brasileiras de médio porte.

A coordenadora de viagens que também cuida de compras, facilities, contratos de fornecedores e atendimento interno. O analista administrativo que responde por tudo que não tem dono definido, incluindo as viagens. O assistente de RH que acabou absorvendo a função depois que alguém saiu.

Essa fragmentação tem um custo operacional que raramente é calculado com precisão.

Quando a gestão de viagens é uma função secundária de alguém sobrecarregado, o que se perde não é só eficiência. É qualidade de decisão. Passagem comprada com pressa porque não havia tempo para comparar tarifas. Hotel escolhido pelo primeiro resultado disponível porque a solicitação chegou tarde. Crédito aéreo que venceu porque ninguém tinha tempo de monitorar o saldo. Reembolso que atrasou porque estava no final da fila de uma lista de tarefas que não para de crescer.

A GBTA calcula que empresas com gestão de viagens centralizada e dedicada apresentam economia média de 15 a 25% nos custos totais de mobilidade corporativa em comparação com empresas que tratam a função como atividade secundária.

O ponto não é contratar um travel manager dedicado para toda empresa com baixo volume de viagens. É garantir que quem cuida disso tenha estrutura de suporte adequada, processo automatizado para o que é repetitivo e um parceiro externo que absorva a carga operacional que consome o tempo que deveria ir para decisões estratégicas.

Uma boa TMC não substitui essa pessoa. Desafoga ela o suficiente para que ela possa fazer bem o que só ela pode fazer dentro da organização.

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Duty of Care é o conjunto de obrigações legais e éticas que uma empresa tem com seus colaboradores durante viagens a tra...
18/09/2026

Duty of Care é o conjunto de obrigações legais e éticas que uma empresa tem com seus colaboradores durante viagens a trabalho. No Brasil, o tema ainda é tratado de forma superficial pela maioria das organizações, geralmente limitado a seguro de viagem e ao número de emergência da operadora.

Mas a realidade de quem viaja com frequência é bem mais complexa do que isso.

Um colaborador que adoece num hotel em outra cidade precisa saber, com clareza e rapidez, se o plano de saúde cobre atendimento fora da rede local, onde f**a a unidade de pronto-atendimento mais próxima, se a empresa tem ciência da situação, quem pode autorizar uma remarcação de voo sem custo adicional e se haverá suporte para comunicar o cliente ou a equipe que dependia daquela visita.

Sem protocolo definido, o colaborador resolve tudo sozinho. Pesquisa no Google, paga do próprio bolso, tenta achar o número certo na empresa e ainda precisa gerir o lado profissional da situação com uma febre de 39 graus.

A Organização Internacional do Trabalho e legislações como a ISO 31030, norma internacional de Travel Risk Management, estabelecem que empresas que enviam colaboradores a viagens a trabalho têm responsabilidade ativa sobre a segurança e o bem-estar dessas pessoas durante o deslocamento. Isso inclui não apenas riscos geopolíticos e desastres naturais, mas também emergências de saúde individuais.

Uma gestão de viagens que cuida de Duty of Care de verdade monitora onde cada colaborador está em tempo real, tem protocolo escrito para emergências médicas, mantém contato ativo durante situações críticas e garante que o colaborador nunca precise resolver sozinho o que a empresa deveria estar preparada para apoiar.

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Essa diferença não é exceção. É regra do mercado aéreo.As companhias aéreas trabalham com revenue management, um sistema...
16/09/2026

Essa diferença não é exceção. É regra do mercado aéreo.

As companhias aéreas trabalham com revenue management, um sistema dinâmico de precif**ação que ajusta tarifas em tempo real conforme a demanda, a ocupação do voo e a proximidade da data de embarque. Quanto mais próximo do voo, menor a disponibilidade de assentos nas faixas tarifárias mais baratas e mais cara f**a a passagem para quem ainda não comprou.

Para gestão de viagens corporativas, isso tem uma implicação direta que muitas empresas ignoram: o custo do processo de aprovação de viagem não aparece na fatura da passagem, mas está embutido no preço final.

O que acontece na prática é simples. O colaborador solicita a viagem na segunda. O gestor imediato aprova na quarta. O financeiro libera na quinta. A passagem é comprada na sexta, quatro dias depois da solicitação. Nesse intervalo, os assentos mais baratos foram vendidos e a empresa pagou entre 20% e 45% a mais do que pagaria se o processo tivesse levado 24 horas.

A GBTA indica que passagens compradas com 14 a 21 dias de antecedência apresentam economia média de 30 a 40% em relação às compradas com menos de 7 dias. Em rotas domésticas de alta demanda como São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília, essa diferença pode ser ainda maior.

Política de viagens que resolve isso tem dois componentes: prazo mínimo de solicitação com antecedência definida e processo de aprovação ágil, preferencialmente automatizado dentro de limites preestabelecidos. Não é sobre tirar autonomia do gestor. É sobre não queimar janela tarifária por burocracia interna.

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É uma das objeções mais comuns e uma das mais caras no longo prazo.A lógica parece razoável: se a empresa manda poucos c...
09/09/2026

É uma das objeções mais comuns e uma das mais caras no longo prazo.

A lógica parece razoável: se a empresa manda poucos colaboradores viajarem por mês, o volume não justif**aria o investimento em uma estrutura de gestão. O problema é que essa lógica ignora o que acontece quando não existe gestão nenhuma.

Sem política de viagens, cada deslocamento vira uma decisão individual. O colaborador escolhe o hotel que achou mais prático, compra a passagem na plataforma que conhece, acumula gastos que ninguém vai consolidar e manda comprovantes por e-mail semanas depois. Sem parâmetro de comparação, sem benchmark de mercado, sem tarifa negociada. Pagando tabela cheia em tudo.

O paradoxo é que empresas menores frequentemente pagam mais caro por viagem do que empresas grandes, não por falta de recursos, mas por falta de processo. A empresa grande tem contrato com companhia aérea, acordo tarifário com rede hoteleira, plataforma que consolida dados e gestor dedicado que monitora tudo. A empresa pequena compra no varejo, uma passagem por vez, sem nenhuma das vantagens que o volume poderia gerar se estivesse organizado.

Não é preciso ter 500 colaboradores viajando por mês para ter gestão. É preciso ter processo claro, política escrita e um parceiro que entenda o volume disponível e saiba negociar a partir dele.

Empresas com 10, 15 ou 20 viagens mensais já têm volume suficiente para negociar tarifas hoteleiras, estabelecer política de aprovação e usar plataforma de gestão sem custo fixo relevante. O que falta quase sempre não é tamanho. É decisão.

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Crédito aéreo é um dos ativos mais ignorados na gestão de viagens corporativas.Quando um voo é cancelado ou o colaborado...
26/08/2026

Crédito aéreo é um dos ativos mais ignorados na gestão de viagens corporativas.

Quando um voo é cancelado ou o colaborador não embarca, o valor não desaparece. A empresa tem duas opções: pedir reembolso ou deixar o bilhete em aberto como crédito pra uso futuro. Na prática, a maioria escolhe o crédito porque a multa cobrada pela companhia aérea é menor do que a multa do cancelamento com reembolso. Faz sentido financeiro.
O problema começa depois.

Esse crédito f**a vinculado ao mesmo passageiro e à mesma companhia aérea. Tem validade de até um ano a partir da emissão original. E não aparece em relatório nenhum de forma automática. Ninguém manda aviso quando está perto de vencer. Ninguém alerta que aquele bilhete de R$ 1.800 que o colaborador não embarcou vai expirar em 90 dias.

Ele simplesmente some.

Em empresas com volume relevante de viagens, o acúmulo de créditos não monitorados pode representar dezenas de milhares de reais por ano em passagens que foram pagas, parcialmente aproveitadas e nunca resgatadas.

Não é negligência de ninguém. É falta de processo pra acompanhar o que existe.

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Quando alguém pergunta “quanto sua empresa gastou com viagens no último trimestre”, a resposta deveria demorar menos de ...
21/08/2026

Quando alguém pergunta “quanto sua empresa gastou com viagens no último trimestre”, a resposta deveria demorar menos de trinta segundos.

Se demorar mais, tem um problema de visibilidade.

Se a resposta vier com “acho que foi mais ou menos...” ou depender de alguém ir buscar num extrato, num e-mail ou numa planilha desatualizada, a empresa está tomando decisões sobre um dos maiores centros de custo operacionais sem dado nenhum.
E é mais comum do que parece.

Sem dados, o gestor aprova o que parece razoável.

Negocia com fornecedor sem saber seu próprio volume. Renova contrato com agência sem ter métrica de comparação. E no fim do ano olha pro número consolidado sem entender como chegou nele.

Gestão de viagem orientada por dados não é sofisticação de empresa grande. É condição básica para qualquer empresa que viaja com frequência parar de perder dinheiro que não sabe que está perdendo.

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O reembolso de viagem é um dos processos mais subestimados da gestão corporativa.Não porque o valor seja pequeno. Mas po...
21/08/2026

O reembolso de viagem é um dos processos mais subestimados da gestão corporativa.

Não porque o valor seja pequeno. Mas porque o verdadeiro custo nunca aparece na planilha de viagens.
Pensa assim: um colaborador viaja, paga do próprio bolso, m***a o relatório de despesas, envia pro gestor, aguarda aprovação, o financeiro processa, a contabilidade valida e o dinheiro cai em conta. Se tudo correr bem, isso leva de 15 a 30 dias. Se tiver algum dado faltando, recomeça.

Nesse ciclo, a empresa está essencialmente usando o colaborador como banco. Ele antecipou um dinheiro que não é dele, ficou sem ele por semanas e ainda precisou trabalhar para provar que o gasto foi legítimo.
Agora multiplica isso por 40 colaboradores viajando todo mês.

O custo não é só operacional. É de confiança. De clima. De energia que vai embora em processo que deveria ser simples.

Gestão de viagem que funciona de verdade não começa na passagem. Começa em como a empresa trata o dinheiro de quem viajou por ela.

Tem um momento muito específico em que a política de viagens da empresa f**a exposta de verdade.É a primeira viagem do n...
17/08/2026

Tem um momento muito específico em que a política de viagens da empresa f**a exposta de verdade.

É a primeira viagem do novo colaborador.

Ele reservou o hotel que achou mais prático. Pega um táxi porque não sabia que o aplicativo precisava ser aprovado antes. Decidir comer num restaurante acima do limite sem saber que tinha limite. Volta, manda os comprovantes e descobre que metade das despesas não vai ser reembolsada.

Ele não estava errado. Estava desinformado.

E a empresa que não estruturou um onboarding de viagens vai ter essa conversa dezenas de vezes. Com pessoas diferentes. Em situações diferentes. Com desgaste de ambos os lados toda vez.

Política de viagem boa não é só ter as regras escritas. É garantir que quem precisa conhecer essas regras as conheça antes de precisar delas.

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Quem viaja toda semana a trabalho desenvolve um tipo de percepção sobre mercado, concorrência e comportamento de cliente...
11/08/2026

Quem viaja toda semana a trabalho desenvolve um tipo de percepção sobre mercado, concorrência e comportamento de cliente que nenhuma pesquisa consegue capturar com a mesma precisão.

Esse colaborador sabe como o cliente recebe a equipe comercial antes da reunião começar. Percebe quando um concorrente começa a aparecer em praças que antes eram exclusivas. Nota mudanças de comportamento, de postura, de linguagem nas negociações que só f**am visíveis para quem está presente.

É inteligência de campo. E é gratuita.

O problema é que a empresa quase nunca estrutura um jeito de capturar isso. O colaborador volta, manda o relatório de despesas, e o que ele observou f**a na cabeça dele até a próxima reunião de equipe, onde talvez comenta, talvez não.

Cuidar bem de quem viaja não é só questão de conforto ou retenção. É também garantir que essa pessoa chegue inteira, descansada e com cabeça para absorver e trazer o que viu.

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Tem pai que viaja toda semana a trabalho e faz isso também por eles.Pega voo cedo, dorme longe, chega cansado. E mesmo a...
09/08/2026

Tem pai que viaja toda semana a trabalho e faz isso também por eles.

Pega voo cedo, dorme longe, chega cansado. E mesmo assim aparece no fim de semana como se nunca tivesse saído.

Feliz Dia dos Pais pra todos que fazem essa conta funcionar.

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