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As incríveis Cataratas do IguaçuCataratas do Iguaçu: como visitar, preço, informações e dicas!Thayana AlvarengaThayana A...
31/01/2023

As incríveis Cataratas do Iguaçu

Cataratas do Iguaçu: como visitar, preço, informações e dicas!

Thayana Alvarenga
Thayana Alvarenga
20/10/2022 às 17:12

As incríveis Cataratas do Iguaçu são um dos principais cartões postais tanto do Brasil como da Argentina, já que se dividem entre os dois países. Mas como fazer uma visita perfeita? Quantos dias? Qual o preço e como chegar? Confira a seguir todas as dicas para você ter um passeio inesquecível na famosa atração em Foz do Iguaçu, que é até considerada Patrimônio Natural da Humanidade!

Cataratas do Iguaçu
As Cataratas do Iguaçu são um conjunto de cerca de 275 quedas de água no rio Iguaçu, que f**am na bacia hidrográf**a do rio Paraná, em Foz do Iguaçu. São uma das maiores cataratas do mundo tanto em número de quedas e extensão quanto em volume de água, o que fazem dela um lugar único.

As Cataratas do Iguaçu foram eleitas uma das Sete Maravilhas Naturais do Mundo, por meio de um concurso global organizado pela New Open World Corporation (NOWC). A campanha se iniciou em 2007 com uma lista 440 localidades naturais. Após mais de 500 milhões de votos, as sete maravilhas naturais foram anunciadas em 2011.
As Cataratas do Iguaçu f**am na divisa entre o Brasil e a Argentina, já que o rio Iguaçu divide os dois países. Parte das quedas está em Foz do Iguaçu e outra parte na cidade argentina de Puerto Iguazu.

De um lado está o Parque Nacional do Iguaçu, no estado brasileiro Paraná, e do outro em Misiones, na Argentina, o Parque Nacional del Iguazú. Ambos os parques foram considerados Patrimônio da Unesco em 1984 e 1987.
É possível visitar tanto o lado brasileiro como o argentino das Cataratas do Iguaçu em dois passeios inesquecíveis em meio às quedas d’água. E sim, ambos são diferentes e valem muito a pena!
Visitar o lado brasileiro das Cataratas do Iguaçu é garantia de vistas panorâmicas inesquecíveis em seu passeio. A atração é mais organizada, permitindo ao visitante comprar ingressos antecipados, e apenas um dia é suficiente para aproveitar o melhor das fantásticas quedas e suas paisagens naturais.

Uma opção é aproveitar o dia da visita para combinar e ir também ao Parque das Aves, que f**a localizado bem em frente à entrada do Parque Nacional das Cataratas. Outro passeio muito legal que dá para reservar antecipado e fazer no mesmo dia é o Macuco Safari, que permite ir de bote bem pertinho das quedas d’água!

Entrando no parque, há alguns ônibus internos que estão inclusos no valor do ingresso e levam os visitantes da entrada até a parada Trilha das Cataratas – não é permitido entrar com carro próprio. Não se assuste com o nome pois não é uma “trilha” exatamente, mas esse é o nome o trajeto panorâmico de 1,2 km pelas Cataratas do Iguaçu!
O local é todo cercado e há diversos espaços no caminho que são paradinhas perfeitas para fotos. Lá no final do circuito está a passarela que f**a sobre as águas na queda da Garganta do Diabo. É uma experiência única (e molhada) sentir a força e o barulho da água!
Se deseja ir nesta área e quer se molhar menos, é importante ter uma capa de chuva, além de não esquecer de proteger itens pessoais como carteiras e celulares. Você pode comprar a capa no local, mas também dá para levar a sua na bolsa e economizar esse dinheiro.
Caminhando sem pressa, se atentando a todos os detalhes, tomando aquele banho nas quedas da Garganta do Diabo, e ainda parando para tirar fotos você deve terminar o trajeto em no máximo duas horas. Tempo que ainda dá para parar nas lojas e comprar algumas lembrancinhas.
Para quem gosta de um pouco mais de aventura, o Macuco Safari é um passeio obrigatório! Um bote rápido que leva o grupo de visitantes a uma área mais próxima das quedas d’água. Você coloca um colete salva vidas e será guiado pelo rio até bem pertinho das fantásticas quedas, onde tomará um banhão nas águas das Cataratas! Isso mesmo, o bote entra embaixo de uma das quedas e todos saem ensopados!
Se a ideia é fazer esse passeio, pode acrescentar mais umas três horas ao seu tempo, considerando o tempo de espera nas filas, caso haja. O passeio em si dura umas duas horas, sendo que além do bote há antes uma trilha de 2 km em carro elétrico pela selva.
Após a parada na Trilha das Cataratas, o ônibus interno do parque segue ainda para o Restaurante Porto Canoas, que permite comer ou tomar um drink olhando a paisagem exuberante das Cataratas. É uma boa opção para fazer refeições rodeado das impressionantes quedas d’água.

É possível também fazer um passeio de helicóptero que oferece vistas deslumbrantes aéreas que estão somente do lado brasileiro – isso porque a Argentina proibiu esse tipo de passeio considerando os impactos para o meio ambiente.
Embora o território brasileiro abrigue mais de 95% da bacia do rio Iguaçu, dois terços das cataratas f**am em território argentino. É aqui que está a maioria das quedas, o que torna o passeio mais longo e com mais opções que o do lado brasileiro. Por outro lado, o nosso lado do parque oferece as melhores vistas.

O acesso pela Argentina pode ser feito pelo trem ecológico, que leva os visitantes diretamente para a entrada da Garganta do Diabo, passando por diversas trilhas com vistas impressionantes. Chamada de “Paseo Garganta del Diablo”, a trilha tem 1 km e leva os turistas direto para as quedas.
O lado argentino tem um estilo de visita que é mais radical. Essa aventura toda começa já no acesso às Cataratas, e dá até para dizer que a logística de chegada é mais complicada. O parque argentino é mais selvagem e o visitante f**a o tempo todo na mata fechada sentindo mais adrenalina a cada passo.
O passeio oferece três circuitos, sendo o superior (que vai às passarelas superiores permitindo ver as Cataratas do alto), o inferior (que vai às passarelas inferiores permitindo ver as Cataratas de baixo) e a Garganta do Diabo, onde é possível ir ao mirante mais alto e contemplar as quedas principais do parque.
Ao contrário do passeio no Brasil, em que há ônibus fazendo os trajetos a todo instante, aqui há apenas o trem, o que pode resultar em filas nas estações. O mais comum é não conseguir embarcar de primeira, tendo que aguardar a saída da próxima locomotiva dentro de até meia hora. Apesar da espera, as Cataratas argentinas valem demais a sua visita, portanto não deixe esse tempo de espera estragar todo o deslumbre do passeio em si.
Existem algumas estratégias para ganhar tempo, como chegar o mais cedo possível no dia da visita e ir primeiro para a área mais concorrida, que é a Garganta do Diabo. Depois de curtir o local, então você poderá ver as incríveis quedas d’água de outras perspectivas: de cima e de baixo.
Ainda dá para fazer o passeio no Gran Aventura, que é como se fosse o Macuco Safari do lado argentino. Porém o trajeto em si é bem diferente, já que a versão hermana é indicada para quem realmente gosta de adrenalina e emoção.

O bote anda muito mais rápido e chega ainda mais perto das Cataratas, o que dependendo dá até medo! Mesmo com capa de chuva você f**ará encharcado, portanto, leve roupas secas para a hora de ir embora.
O lado argentino das Cataratas rende tranquilamente dois dias de passeio, mas é perfeitamente possível apertar um pouco e visitar em um dia só.

*Dicas das Cataratas do Iguaçu

As Cataratas do Iguaçu são um dos lugares mais visitados por estrangeiros que vêm ao Brasil – e nem mesmo os brasileiros abrem mão de conhecer de perto todo o espetáculo das águas.
É bom f**ar atento à época da visita, já que em tempos de chuva as quedas chegam a ser a terceira maior do mundo em volume de água, com sua vazão aumentando em até 10 vezes e chegando a 11 mil metros cúbicos por segundo – sendo que o normal é 1,5 mil. Algumas quedas individuais tem até 82 metros de altura, mas a maioria soma 64 metros, garantindo fotos incríveis!
A Garganta do Diabo é uma queda em formato de U com 82 metros de altura, 150 metros de largura e 700 metros de comprimento – ou seja, muita água! É a mais impressionante de todas as cataratas e marca o local exato da fronteira entre Brasil e Argentina.

Fonte: https://www.melhoresdestinos.com.br/cataratas-do-iguacu.html

O Encontro das Águas é, talvez, a maior referência de patrimônio imaterial de Manaus. Tudo que se fala deste fenômeno hi...
29/12/2019

O Encontro das Águas é, talvez, a maior referência de patrimônio imaterial de Manaus. Tudo que se fala deste fenômeno hidrológico, que une os rios Negro e Solimões, não é exagero. A experiência de avistar este “encontro” encanta os olhos, tanto de perto quanto de longe.
Quem chega a Manaus de avião, durante o dia, deve torcer para estar do lado da janela cuja vista é direcionada ao Encontro das Águas. Mas quem quer observar da terra, sem precisar pegar um barco, pode se dirigir até uma falésia conhecida como Mirante da Embratel, no bairro Colônia Antônio Aleixo, na Zona Leste de Manaus. O local não é de fácil acesso e é recomendável estar acompanhado por um guia que conheça o itinerário.

Mas não há nada mais especial do que ver o Encontro das Águas de perto. Não há muito o que descrever. Basta contemplar. O preto é quente, o marrom frio. Para ter a experiência sensorial dessas duas temperaturas, peça para o barqueiro reduzir a velocidade e coloque as mãos nas águas. Um mergulho é tentador, mas arriscado. As águas são profundas e revoltosas nesse local.
A viagem, cuja duração varia conforme o local de saída do barco, ainda tem outros bônus: você estará navegando na maior bacia fluvial do mundo e pode avistar, mesmo que de longe, pequenas comunidades rurais.
História

Antes de chegar ao encontro de gigantes, o Solimões e o Negro têm muita história para contar. A nascente do rio Negro é na Colômbia. Ele desce pelo Norte do Amazonas, passando pelos municípios de São Gabriel da Cachoeira, Santa Isabel do Rio Negro, Barcelos e Novo Airão, até desembocar em Manaus. O rio Solimões nasce no Peru, atravessa a fronteira com o Brasil, entre os municípios de Tabatinga e Benjamim Constant, e continua seguindo até Manaus.

Quando se encontram, suas águas (negra e barrenta) não se misturam devido as diferenças de densidade e de velocidade. Enquanto a foz do Negro é em Manaus, o Solimões continua sua jornada, já com o nome de Amazonas, até desembocar no oceano Atlântico.
A extensão dos dois rios varia conforme o regime hidrográfico. O período em que ambos estão mais elevados e, portanto, mais bonitos, é entre os meses de junho e julho. Mas já a partir de janeiro é possível identif**ar a subida dos rios.
O passeio ao Encontro das Águas é obrigatório para quem vem a Manaus. Há inúmeros roteiros. É parte de todo pacote de agências de turismo da cidade, entre as quais a Fontur e a Amazon Tours Brazil.

Algumas das saídas podem ocorrer no Píer do Tropical Hotel, no bairro da Ponta Negra, área com um dos metros quadrados mais caros de Manaus, ou nos portos do Roadway ou da Manaus Moderna, no Centro da Cidade. O ponto mais próximo do Encontro das Águas, porém, é conhecido como Porto da Ceasa, onde funciona um boxe de atendimento ao turista. No local há também associações de barqueiros que atendem especialmente em viagens até o Encontro das Águas, em grupos. A visita para outras áreas próximas (comunidades ribeirinhas, passeio em áreas de floresta alagada, observar animais, especialmente aves) varia de preço conforme o combinado com os donos dos barcos.
No Porto da Ceasa, localizado no Mauazinho, no Distrito Industrial, estão disponíveis 24 lanchas de uma cooperativa legalizada no órgão estadual, a Solinegro. Os pilotos são moradores de comunidades ribeirinhas autorizados pelo Ministério do Turismo. Há passeios que variam de 30 minutos a 3 horas. Cobram R$ 100 para um grupo de quatro pessoas por um passeio de 30 minutos ao Encontro das Águas. Passeios mais demorados, que incluem outras atividades como pesca de pirarucu, visita à comunidades e caminhada na selva, visita ao Lago de Janauary, custam de R$ 200 a R$ 300 para grupos de quatro pessoas. Há “voadeiras”, lanchas rápidas cuja capacidade vai de oito a 25 pessoas.
Serviço:
Encontro das Águas – confluência dos rios Negro e Solimões
Saída: diferentes portos de Manaus.
Terminal Hidroviário Travessia Manaus-Careiro da Várzea, mais conhecido como Porto da Ceasa.
Telefone: (92) 3615-5225/5224 ou (92) 9 9336-5677 (Cooperativa Solinegro)

Local: Bairro Mauazinho, Zona Leste.

Duração da viagem: a combinar.

Cristo Redentor - Rio de Janeiro - BrasilPrincipal ponto turístico do Rio de Janeiro, o Cristo Redentor está localizado ...
19/02/2019

Cristo Redentor - Rio de Janeiro - Brasil

Principal ponto turístico do Rio de Janeiro, o Cristo Redentor está localizado há 710 metros de altitude. O local possui uma vista panorâmica incrível da cidade e se destaca em vários pontos da cidade. O Cristo abençoa o céu e o povo carioca desde 13 de agosto de 1931 e, ao contrário do que muitos dizem, não foi um presente dos franceses para os brasileiros. Na verdade, uma campanha de arrecadação que durou 10 anos, foi responsável por angariar fundos para a mega obra.

🔰Conheça a História

Inauguração do Cristo Redentor 12/10/1931

Um dos mais importantes símbolos e pontos turísticos do Rio de Janeiro e do Brasil, o Cristo Redentor é um dos maiores e mais famosos monumentos em estilo art déco do mundo. Localizado no morro do Corcovado, a 710 metros de altitude, a estátua tem 38 metros de altura e pesa 1.145 toneladas. Foi inaugurada pelo presidente Getúlio Vargas (1882-1954) e por Pedro Ernesto (1884-1942), interventor do Distrito Federal (Diário de Notícias, 13 de outubro de 1931 e O Cruzeiro, 17 de outubro de 1931).

Mas foi no século XIX, em 1859, que o padre Pedro Maria Boss (?-1916), capelão do Colégio Imaculada Conceição,em Botafogo, teve a ideia de erigir na capital do Império do Brasil um monumento que exaltasse a fé cristã. A obra, contudo, só começou nos anos 20, com dinheiro arrecadado junto à população em eventos esportivos, culturais e sociais, e com verbas do governo.

A autorização para a construção do monumento no morro do Corcovado foi concedida em 1º de junho de 1922 por Homero Baptista (1861-1924), ministro da Fazenda (O Paiz, 2 de junho de 1922, na terceira coluna). Em setembro, foi realizada uma cerimônia no local onde o Cristo seria construído, com a presença de várias autoridades (O Paiz, 12 de setembro de 1922, na terceira coluna) e, em outubro, foi lançada a pedra fundamental da obra (O Paiz, 5 de outubro de 1922). No ano seguinte, teve início uma grande campanha de arrecadação de recursos para a construção do monumento (O Paiz, 16 de março de 1923, na sexta coluna). Em setembro de 1923, as comissões já estavam formadas e O Paiz publica uma extensa matéria sobre a realização de uma semana de coleta de doações para a construção do monumento (O Paiz, 2 de setembro de 1923).

Em 21 de setembro de 1923, o Jornal do Brasil publica uma matéria noticiando que, em 22 maio de 1923, o projeto do engenheiro Heitor da Silva Costa (1873-1947) para o monumento havia sido escolhido em assembleia geral da Comissão Executiva do Monumento Nacional ao Cristo Redentor, com a presença do monsenhor Macedo Costa, representando o cardeal Arcoverde, e de Cesario Alvim, representando o ministro da Viação. Os outros concorrentes foram José Agostinho dos Reis e Adolfo Morales de Los Rios. A reportagem também conta toda a história do empreendimento. A mobilização popular em torno da construção do Cristo foi tão grande que um filme sobre o assunto, “O monumento do Christo Redemptor”, uma produção da Botelho Film, foi exibido no cinema Odeon ( O Paiz, 16 de outubro de 1923, na quinta coluna sob o título “Cinemas e fitas”).

A concepção inicial para o monumento foi modif**ada: no projeto original, a figura de Jesus Cristo empunharia em sua mão direita um globo e na esquerda uma cruz. Para colaborar no trabalho, Heitor da Silva Costa escolheu um especialista em estatuária, o artista francês, de origem polonesa, Paul Landowsky (1875-1961). Silva Costa trouxe da Europa uma maquete e algumas peças do monumento (Lar Catholico, 14 de agosto de 1927, primeira coluna). Uma exposição com os modelos de gesso das mãos do Cristo, modeladas por Landowsky, foi realizada no Corcovado (Diário Carioca, 24 de janeiro de 1929, na sexta coluna). Autoridades fazem uma visita às obras, que são assunto de uma matéria no Correio da Manhã, de 29 de junho de 1929. Em 25 de abril de 1931, foi publicada uma notícia interessante sobre a construção do Cristo Redentor, na revista A Semana.

No dia da inauguração, foi o físico Guglielmo Marconi (1874-1937), inventor do telégrafo, que, da Itália, ligou os refletores da estátua. Assis Chateaubriand, diretor dos Diários Associados, enviou um telegrama a ele dizendo “No instante em que iluminais o monumento de Jesus Cristo, os católicos brasileiros saúdam em vós a faísca do gênio latino que descobriu e construiu o novo mundo” ( O Cruzeiro, 17 de outubro de 1931). Segundo o site do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, o Iphan, “o sistema não funcionou como o esperado, mas o Cristo foi iluminado graças à habilidade do engenheiro Gustavo Corção e sua equipe, atribui-se a Rinaldo Franco o ato de ter acionado o interruptor responsável pela iluminação”.

Em 1990, o monumento foi restaurado. Em 7 de julho de 2007, o Cristo Redentor foi eleito uma das sete maravilhas do mundo moderno (Jornal do Brasil, 8 de julho de 2007). Ficou em terceiro lugar, atrás da Muralha da China e da Cidade de Petra, na Jordânia. O resultado foi divulgado pela empresa suíça promotora do concurso, a Fundação New 7 Wonders e o título foi recebido pelo técnico de futebol Luiz Felipe Scolari e pelo embaixador do Brasil em Portugal, Celso de Souza, no Estádio da Luz, sede do clube Benf**a, em Lisboa, Portugal.

Estátua gigante em Aparecida do Norte será maior que o Cristo RedentorUma estátua 12 metros maior que a do Cristo Redent...
22/05/2018

Estátua gigante em Aparecida do Norte será maior que o Cristo Redentor

Uma estátua 12 metros maior que a do Cristo Redentor, no Rio, vai homenagear a padroeira do Brasil em Aparecida, no Vale do Paraíba, interior de São Paulo. A imagem de Nossa Senhora Aparecida, com 50 metros de altura - o Cristo tem 38 metros, incluindo o pedestal -, será de aço inoxidável e vai compor um parque temático que o município está construindo em louvor à Virgem e, também, para atrair mais turistas. Sede do Santuário Nacional, maior templo católico do País, Aparecida recebe 12 milhões de turistas por ano.

A estátua gigante, que deve pesar cerca de 400 toneladas, está sendo construída desde janeiro pelo escultor Gilmar Pinna e sua instalação faz parte das comemorações dos 300 anos do encontro da imagem da Virgem no Rio Paraíba. De acordo com a prefeitura, o parque f**ará fora da área do Santuário e a três quilômetros do rio. “A maior parte do terreno é municipal e uma área particular, equivalente a 5% do total, já foi doada ao município”, informou a prefeitura.

Inicialmente foi cogitada a instalação do monumento em uma área do santuário, mas houve o entendimento no sentido de se criar um novo polo de turismo na cidade.

Além da basílica, o santuário já tem atrações como o campanário, o memorial da devoção e o museu de cera, além do teleférico que liga a basílica ao Morro do Cruzeiro. O parque temático ocupará área de 130 mil m² e terá jardins, restaurantes, estrutura de apoio e estacionamento para 2 mil veículos. A escultura f**ará no centro de um mapa do Brasil e poderá ser vista da Via Dutra.

Gilmar Pinna conta que foi convidado pelo prefeito de Aparecida, Sargento Ernaldo (PMDB), para fazer algumas esculturas. “Ele tinha recebido uma verba do fundo das estâncias turísticas, mas não dava para fazer tudo o que ele propunha. Sou muito devoto de Nossa Senhora Aparecida e disse a ele: vamos fazer alguma coisa grande como ela (Aparecida) merece. Como a prefeitura não tinha recurso previsto, eu propus fazer de graça. E assim estou fazendo, apenas com a ajuda dos amigos”, contou.

A escultura está sendo construída no ateliê do artista, em Guarulhos, e foi dividida em 20 partes para o transporte. Dez artistas ajudam o escultor. Na segunda-feira, seis carretas levaram as partes já prontas para Aparecida. Nesta quinta, mais carretas transportarão outro conjunto de peças. “Só a logística f**aria em R$ 250 mil, mas conseguimos doação de uma empresa de Guarulhos.”

Pinna pretende levantar a escultura até 12 de outubro, dia da Padroeira do Brasil. “É uma obra em aço inoxidável, eterna. É para a cultura do Brasil e também para servir de incentivo aos jovens escultores que estão começando agora na arte.” No interior, haverá um elevador panorâmico com vista para a basílica. As obras do parque temático devem avançar até 2018, mas a terraplenagem já está sendo feita pela prefeitura.

Grandes obras. A estátua de Nossa Senhora Aparecida deverá ser uma das maiores do mundo em aço inox. Vai superar em dimensão o Unisphere, escultura que retrata o globo terrestre, em Nova York, com 34 metros e 320 toneladas. Também será maior que The Kelpies, as duas cabeças de cavalo no canal de Forth e Clyde, na Escócia, com 30 metros de altura e 300 toneladas, e que o famoso Cloud Gate, conhecido como The Bean (o feijão) de Chicago, que tem 11 metros de altura e pesa 99,5 toneladas.

Endereço

Foz Do Iguaçu
Foz Do Iguaçu, PR

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