Tour a pé de Joinville

Tour a pé de Joinville Venha conhecer Joinville a pé! Em trajetos de 2 km em ritmo lento e com duração de 1h30, venha co

Bom dia Joinville no cartão postal mais famoso da cidade. Andem, pedalem e vivam o centro da cidade!
09/07/2022

Bom dia Joinville no cartão postal mais famoso da cidade. Andem, pedalem e vivam o centro da cidade!

19/02/2022

Boa tarde a todos!

O tour a pé de Joinville segue fechado, mas em breve os tours irão voltar às ruas do centro de Joinville assim como feito até começo de 2020.

Até lá, não deixem de conhecer sua cidade por conta própria, ou seja, exerça o turismo doméstico. Apesar de Joinville não ter praia de água salgada, ainda há muito para se fazer, visitar e descobrir.

O site visitejoinville.com.br desenvolveu um guia de 5 dias para turistas "de fora" conhecerem Joinville e região. Aproveitemos e façamos nós mesmo esse roteiro.

Embora moremos aqui, será que conhecemos nossa cidade?

Confiram o guia e façam um dia por final de semana (clique no link abaixo). Eu mesmo ainda tenho algumas pendências turísticas na querida Chuville e na região.

Grande abraço, cuidem-se e vacinem-se...

https://irp.cdn-website.com/2c226423/files/uploaded/Guia_de_Viagem_Cidade_de_Joinville.pdf

Enquanto o tour a pé segue paralisado devido à pandemia, seguimos fazendo nossos próprios tours "individuais" no centro ...
05/09/2021

Enquanto o tour a pé segue paralisado devido à pandemia, seguimos fazendo nossos próprios tours "individuais" no centro da cidade.
Feliz em ver que nosso principal prédio que representa a história da cidade está sendo reformado e reformulado para atender todos os públicos com segurança e acessibilidade.
Assim que os números da vacinação alcançar patamares bem avançados, o tour voltará trazendo história, cultura e patrimônio para quem o quiser ver e ouvir.
Tenham um ótimo domingo e se vacinem!

Mais um ponto de parada do Tour a pé de Joinville é o Hotel do Imigrante que se localiza na rua XV de Novembro em frente...
15/05/2021

Mais um ponto de parada do Tour a pé de Joinville é o Hotel do Imigrante que se localiza na rua XV de Novembro em frente ao Cemitério do Imigrante.
Este prédio serviu como hotel desde o final do século XIX.
Depois de anos abandonado, ele foi reformado e restaurado e agora está sendo utilizado como restaurante.
Vida longa aos prédios históricos da cidade.
Você conhece alguma história desta construção?

O tour a pé de Joinville segue com suas atividades paralisadas. Até sua retomada, não deixe de apreciar as obras do muse...
27/03/2021

O tour a pé de Joinville segue com suas atividades paralisadas. Até sua retomada, não deixe de apreciar as obras do museu a céu aberto chamado centro de Joinville.
Um dos pontos do tour é o Cemitério dos Imigrantes, criado no final de 1851, ainda no primeiro ano da colônia Dona Francisca e permaneceu aberto com este fim até 1913.
Passar aqui durante o dia é sentir a tranquilidade de um espaço público quieto, arborizado e cheio de histórias.
Tombado pelo IPHAN, é uma das jóias da cidade que guarda a memória de diversos joinvilenses, seja por nascença, seja por imigração.
Quando tudo voltar ao "normal", não deixe de vistar esse lugar, principalmente durante a ocorrência de concertos matinais de domingo quando ocorre a mais bela disputa sonora, o silêncio, o canto dos pássaros e a música clássica! Experiência ímpar!

Que os muros da cidade carreguem a marca da arte em vez de telas vazias... Aqui, um aspirante a Van Gogh fazendo sua rép...
27/12/2020

Que os muros da cidade carreguem a marca da arte em vez de telas vazias... Aqui, um aspirante a Van Gogh fazendo sua réplica de "A Noite Estrelada".

Apesar de não estar no itinerário do tour a pé de Joinville, o Colégio Conselheiro Mafra faz parte do patrimônio históri...
13/12/2020

Apesar de não estar no itinerário do tour a pé de Joinville, o Colégio Conselheiro Mafra faz parte do patrimônio histórico e educacional da cidade por onde muitos filhos da cidade, ou não, passaram e estudaram.
Os escritos na fachada do colégio no lado esquerdo da foto diz que ele foi fundado em 1911, no entanto, a monografia de João Roberto Moreira sobre a educação em Santa Catarina informa que o colégio foi fundado em 1907 pelo professor Orestes de Guimarães e que foi o primeiro grupo escolar a ser construído no estado, até antes da capital, da irmã um ano mais velha, Blumenau, e de Itajaí.
É provável que a data informada no prédio seja de quando ele foi erigido e não quando a instituição foi criada. Além disso, o ensino já era transmitido através de professores particulares ou escolas ligadas a outras organizações, como as igrejas. Não esqueçamos que a Deutsche Schule (localizado dentro do Colégio Bom Jesus) foi instalada pela igreja Luterana em funcionou como escola a partir do ano 1876.
De toda forma, aqui vemos o estado de Santa Catarina fomentando a educação dos barrigas verdes dando a "filha da chuva" o pioneirismo na educação.
Como a foto mostra, o colégio está fechado desde 2012 quando ele completava 101 anos. Desde então, fala-se que o prédio abrigará outros órgãos do estado. Melhor se voltasse a sua vocação ou às artes. A ver.
PS: nunca soube quem foi Orestes de Guimarães até semana passada, nome de rua no centro da cidade. Agora eu sei.
Fontes: Revista do Arquivo Histórico de Joinville (2013) e internet.
Crédito da foto: arquivo próprio, foto tirada no dia 12/12/2020.

Passeio de bicicleta no centro de Joinville não pode deixar de passar neste cartão postal da cidade. O domingo de manhã ...
19/11/2020

Passeio de bicicleta no centro de Joinville não pode deixar de passar neste cartão postal da cidade. O domingo de manhã estava quente e ensolarado a ponto de estourar qualquer foto.
Aqui o tour a pé de Joinville começa e termina.
Quando "tudo" isso passar, os tours voltarão e esperamos que nosso lindo palacete já estará reformado e aberto ao público.
Até lá, cuide-se e, por que não, faça seu próprio tour.

Enquanto o tour a pé de Joinville segue paralizado devido à pandemia, sugiro como paliativo ler sobre a cidade utilizand...
11/10/2020

Enquanto o tour a pé de Joinville segue paralizado devido à pandemia, sugiro como paliativo ler sobre a cidade utilizando diversos sites que contam a história da cidade. Além do Wikipedia que traz a história da formação da colônia e suas características gerais, há diversos outros sites e matérias de jornais online complementando o que sabemos sobre a "filha da chuva".
No Facebook há páginas como a "Joinville de ontem" e "Imagens Antigas de Joinville" que trazem a história através de seus habitantes com fotos e relatos do cotidiano de seus antepassados tornando a rede social um arquivo vivo.
Falando em arquivo, temos o Arquivo Histórico de Joinville (AHJ), maior detentor da história joinvilense num prédio exclusivo e dedicado a isso (quiçá o único no país). Numa parceria da Prefeitura com a Alemanha, temos uma obra de arte e forma de construção com o maior tesouro da sociedade joinvilense, sua memória. Um exemplo? A edição número 1 do jornal Kolonie Zeitung criado por Ottokar Doerffel.
A partir de pesquisas nele, são gerados artigos científicos que contam o que não foi esquecido. Com uma lupa histórica, são descobertos clubes de chá de senhoras da elite municipal, movimentos políticos, campanhas de alfabetização e muitos outros.
Quando "tudo" passar e os espaços públicos voltarem a reabrir, não deixe de visitar o AHJ. Ele está de portas e braços abertos para nós. Se não souber o que fazer, peça para ver o arquivo digital de fotos, será no mínimo divertido. Além disso, o espaço possui exposições e um ciclo de palestras tratando de temas variados relacionados à cidade.
Não habite somente a cidade, conheça e viva ela.

Para você, joinvilense (de nascimento ou coração) ou visitante, que está em casa fazendo seu auto-isolamento social devi...
17/07/2020

Para você, joinvilense (de nascimento ou coração) ou visitante, que está em casa fazendo seu auto-isolamento social devido à pandemia, conheça a cidade por outro ângulo, ou melhor, com dados através do seu computador.

Recentemente, a prefeitura de Joinville lançou mais uma edição de sua publicação (quase que) anual passando por temas, como educação, saúde, meio ambiente, economia e outros. Basta clicar no link abaixo.

Acredite, há vários dados a serem comemorados, como as taxas de educação que saltaram desde os anos 90. Eu me refiro a 1990 e não 1890. Claro, há muito a ser melhorado, mas cada conquista deve ser celebrada.

Além disso, em seu primeiro caderno, Gestão Institucional, há uma seção com a história da cidade, muito próxima daquela contada durante os tours a pé promovidos por essa página. Caso queira saciar sua ansiedade de participar de um tour, temporariamente paralisados, dê uma lida.

Vá além da história "antiga" e conheça, em dados, a sua cidade!



Esta publicação contém edição 2020 do

Enquanto a pandemia nos impede de realizar os tours no centro da cidade, podemos usar esse tempo dentro de casa para a l...
13/06/2020

Enquanto a pandemia nos impede de realizar os tours no centro da cidade, podemos usar esse tempo dentro de casa para a leitura.
Assim, eu sugiro o livro "Joinville Os pioneiros" de Maria Thereza Böbel e Raquel S. Thiago. Desse livro eu tiro diversas informações para rechear com dados históricos o tour.
Nele, podemos ter conhecimento da dura vida que os imigrantes tiveram ao cruzar o oceano por semanas enfrentando dificuldades de toda sorte: tempestades, água para consumo imprópria, enjoos, mortes, falta de ventos e atrasos.
Chegando na então Colônia Dona Francisca, a vida não foi igualmente fácil. Muitas promessas por parte da companhia de imigração, porém, pouca estrutura para atender os recém-chegados.
Doenças sem fim, mosquitos, falta de médico, farmacêutico, professores, escolas, hospitais e tudo aquilo necessário para dar as mínimas condições de permanência. Sem contar o desconhecimento da terra, das culturas próprias para o plantio, das diferenças culturais, alimentares e climáticas entre o velho e o novo mundo.
Por causa disso, muitos do que aqui chegaram, se não morreram, abandonam a colônia com destino à Curitiba e Paranaguá.
No entanto, alguns ficaram e, conforme novos navios traziam novos imigrantes, a colônia crescia e, aos poucos, se desenvolvia com muito esforço e suor. Mesmo aqueles que possuíam profissão diferente de lavrador, tinham como segundo ofício o trato com a terra por total necessidade.
Graças aos relatos, cartas e ao providencial jornal da época, o Kolonie Zeitung, temos provas de que o joinvilense fez de tudo para se estabelecer, inclusive entreter-se (e o ainda faz apesar do que se fala hoje) com bailes, grupos de canto, teatro e outros. Até mesmo houve um festeiro local criador de eventos, um senhor muito conhecido na Colônia, cujos convites eram difíceis de recusar segundo relatam os locais de outrora.
Desta forma, demonstrando que as necessidades básicas já haviam sido (mesmo que parcialmente) supridas após os primeiros anos de sofrimento (ou suplício?).
As histórias e fofocas são várias, divertidas ou não. E esse, é apenas o primeiro volume que retrata as barcas de 1851 a 1866.
Quando "tudo" passar, não vejo a hora de ler o segundo.
E parabéns a essas 2 mulheres que deram vida aos imigrantes do século XIX.

Endereço

Rua 15 De Novembro, 1.000 , Centro
Joinville, SC
89201-602

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Sábado 16:00 - 17:30
Domingo 09:30 - 11:00
15:30 - 17:30

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