NegriTour Afroturismo

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"O   é o resultado de uma consultapública realizada pela Coordenadoria Executiva da Promoção da IgualdadeRacial (CEPIR) ...
27/10/2023

"O é o resultado de uma consulta
pública realizada pela Coordenadoria Executiva da Promoção da Igualdade
Racial (CEPIR) da Secretaria Municipal de Governo e Integridade Pública
(SEGOVI) da Prefeitura do Rio, com o objetivo de mapear instituições,
movimentos, grupos, coletivos e realizadores cariocas que trabalham com as
questões raciais.
Nesta primeira edição, foram catalogadas 100 iniciativas voltadas a esta
temática na cidade do Rio, divididas nas seguintes categorias: assistência
social, comunicação, cultura, defesa e garantia de direitos, educação,
empreendedorismo e serviços e turismo. Neste e-book, apresentamos as
atividades desenvolvidas por cada organização, a região da cidade em que
atuam e suas informações de contato.
Desta forma, pretendemos publicizar as atividades já existentes em nosso
município, de modo a fortalecê-las cada dia mais. Acreditamos que é apenas
coletivamente que podemos construir uma sociedade verdadeiramente
igualitária, fraterna e antirracista.(...)"

Fonte: Prefeitura do Rio de Janeiro - Coordenadoria Executiva de Promoção da Igualdade Racial

Catálogo em PDF (NegriTour Pág. 22 seção de TURISMO): https://novembronegro.prefeitura.rio/?jet_download=563

INSTA: https://www.instagram.com/negritour/

FACE: https://www.facebook.com/afrotur/

GOOGLE: https://visitourio-turismo.negocio.site/

"O é o resultado de uma consulta pública realizada pela Coordenadoria Executiva da Promoção da Igualdade Racial (CEPIR) da Secretaria Municipal de Governo e Integridade Pública (SEGOVI) da Prefeitura do Rio, com o objetivo de mapear instituições, movime...

25/10/2023

5.0 ★ · Sightseeing tour agency

" ’42 chibatados'Começa a mobilização dos marinheiros. Em setembro de 1910, reuniões sigilosas organizam o levante.Tinha...
25/10/2023

" ’42 chibatados'
Começa a mobilização dos marinheiros. Em setembro de 1910, reuniões sigilosas organizam o levante.

Tinha-se tornado impossível a vida a bordo. Só em um dia, por esse tempo, a bordo do ‘Minas Gerais', foram chibatados nada menos que 42 marinheiros. Foi só então que se resolveu, entre os marinheiros que faziam parte da guarnição desse navio, tomar providência para fazer cessar esse estado de coisas.

Não sendo, porém, aceitas pelas autoridades competentes as reclamações justas feitas em atitude moderada pelas praças, é que ficou assente tornar-se por meios violentos as providências que o caso exigia, convocando-se para isso sessões nesta capital, assistidas pelos marinheiros, contanto que guardassem muito segredo e escapassem a toda e qualquer vigilância das autoridades policiais.” (...)

Fonte: “Revista de História da Biblioteca Nacional – ‘As Últimas Chibatadas’” – Marco Morel – 2009.

Foto: Jornal A Gazeta

“Nós, marinheiros, cidadãos brasileiros e republicanos, não podemos mais suportar a escravidão na Marinha brasileira (.....
25/10/2023

“Nós, marinheiros, cidadãos brasileiros e republicanos, não podemos mais suportar a escravidão na Marinha brasileira (...).
(...) mandamos esta honrada mensagem para que V. Excia. faça aos marinheiros brasileiros possuirmos os direitos sagrados que as leis da República nos facilitam (...). Tem V. Excia. O prazo de 12 horas para mandar-nos resposta satisfatória, sob pena de ser a Pátria aniquilada".
(Do ultimato dos marinheiros revoltados ao presidente Mal. Hermes da Fonseca, 1910)

"Pela primeira vez publicadas em livro, as memórias de João Cândido contam o passo a passo da revolta que acabou com os castigos físicos na Marinha.

‘A vida de João Cândido ou o Sonho da Liberdade' foi o título dado pelo marujo à autobiografia concebida logo após a Revolta da Chibata (1910), quando esteve internado no Hospital Nacional dos Alienados. O texto foi parcialmente publicado como 'Memórias de João Cândido, o marinheiro' na Gazeta de Notícias do Rio de Janeiro, em doze capítulos, entre 31 de dezembro de 1912 e 12 de janeiro de 1913. Até aí, não há dúvidas. Mas a memória e a história de João Cândido Felisberto (1880-1969) sempre foram motivo de embates (alguns deles violentos), ocultações e mistérios.

(...)Suposta incapacidade de João Cândido para conceber tal relato é fruto de arraigados preconceitos, como rotular automaticamente de ‘semianalfabeto’ um homem negro e pobre, filho de escravos no período imediato pós-abolição. João Cândido foi marujo instrutor da Marinha (em navios-escola, na Escola de Aprendizes de Marinheiros e na Escola Naval). Ou seja, não era ‘sem instrução'. Escrevia cartas e bilhetes (apesar de ter a ponta do seu dedo indicador direito decepado [não era delator (dedurar)]* num acidente, o que dificultava sua escrita), teve o hábito de ler jornais diariamente durante toda a vida, além de se posicionar sobre tudo o que se escrevia a seu respeito."l(...)

Fonte: “Revista de História da Biblioteca Nacional – ‘As Últimas Chibatadas’”–Marco Morel–2009.

Fotos:As memórias de João Cândido (retrato 2) narram o desenrolar da Revolta da Chibata e desfazem equívocos sobre o movimento e seu líder.

“’(...)Deflagrada a Revolta da Chibata. João Cândido assume o comando sem demonstrar a menor hesitação.Assim, em 22 de n...
25/10/2023

“’(...)Deflagrada a Revolta da Chibata. João Cândido assume o comando sem demonstrar a menor hesitação.

Assim, em 22 de novembro de 1910, depois de havermos destacado um mensageiro para avisar aos companheiros que seria nesse dia levado a efeito o movimento, preparamo-nos para a revolta. Às 10 horas da noite então, estando de estado, o 2° tenente Álvaro Alberto determinou ao corneteiro da guarda que desse o toque de silêncio. Este não encontrou a corneta, o que causou logo alguma estranheza. Já nos havíamos apoderado dela, escondendo-a.

Em seguida, porém, o dito toque foi feito por outro corneteiro de guarda avante, que foi na mesma ocasião respondido com o toque de combate, por dois outros para isto postos anteriormente em dois outros lugares. À esse tempo já havíamos procedido ao arrombamento dos paióis, para o que já havia gente escalada de antemão. Em seguida tratamos de nos apoderar do armamento portátil, destacando sentinelas para os pontos mais convenientes.
(...)
Logo que fui feito comandante da esquadra revoltosa, tratei de informar-me se existiam mortos e feridos a bordo.
(...)
Depois, mandei que se reunisse toda a guarnição, a fim de se fazerem as nomeações que o momento exigia, tendo ainda telegrafado às autoridades, dando conta dos acontecimentos e também recebido a adesão do couraçado ‘São Paulo' e do ‘scout' ‘Bahia'.
(...)
Às 4 horas da tarde [25/11/1910], recebi novo rádio, o presidente da República, participando ter sido sancionado pelo mesmo o decreto que nos concedia a liberdade. Finda esta cerimônia, a banda de música executou o hino nacional.(...)”

Fonte: Revista de História da Biblioteca Nacional–Marco Morel, sobre texto de João Cândido–2009.

Imagens: No fim da revolta, centenas de marujos foram presos no Arsenal de Marinha.

Na charge de O MALHO, o governo concedeu anistia aos revoltosos, mas retrocedeu e deflagrou violenta repressão.
Desembarque de João Cândido., o governo concedeu anistia aos revoltosos, mas retrocedeu e deflagrou violenta repressão.

João Cândido lê o decreto de anistia.

Desembarque de João Cândido.

 (...)“'BOMBARDEARIAM a CIDADE - A preparação da revolta, passo a passo, sobre texto de João Cândido.As reuniões começar...
25/10/2023

(...)“'BOMBARDEARIAM a CIDADE - A preparação da revolta, passo a passo, sobre texto de João Cândido.

As reuniões começaram as sessões, com todo o sigilo, sem que as autoridades pudessem saber. Tiro do meu caderno de notas de resumos das sessões: 1° sessão. Dia 12 de setembro – ficou deliberado que depois de chegarem a esta capital, a divisão que fora ao Pacífico e o couraçado ‘São Paulo', que ainda se achava na Europa, porque de posse desse navio, do ‘Minas Gerais’, ‘Bahia' e do ‘Deodoro’, podiam levar adiante o que os marinheiros almejavam, seria levado a efeito o levante.

E, como deliberação também tomada nessa primeira sessão, foi distribuído, ainda em setembro, um manifesto às guarnições das divisões dos couraçados e cruzadores e ao corpo dos marinheiros nacionais, escolhendo para isso como organizadores os colegas de maior confiança.
(...)
Ficou acertado, que, em vista de haver, a bordo do ‘Minas Gerais’, grande atividade por parte dos oficiais e por terem estes notado qualquer sinal anormal nos paióis de munições e nos mecanismos dos aparelhos da artilharia, houve mais cautela.
(...)
À hora indicada, de fato achavam-se as comissões reunidas no lugar estipulado. Resolveram eles então que para completo cumprimento do dever da missão em que estavam empenhados: 1°) o juramento de que, cobertos com a bandeira do República, fariam todo o possível para o cumprimento da causa; 2°) que quando em 14 de novembro saíssem com a esquadra para a grande revista naval, ao regressarem ao porto, seriam intimados os oficiais a abandonarem os navios, de posse destes, obrigariam as autoridades constituídas a fazerem com que fosse abolido o uso da chibata, da palmatória e com que fossem melhoradas as condições de passadio dos marinheiros, caso contrário, bombardeariam a cidade e os navios que não aderissem ao movimento.”(...)

Fonte:Revista de História da Biblioteca Nacional–Marco Morel–2009.

Foto:A bordo do couraçado São Paulo, marujos clamam por liberdade. Nos últimos meses antes da revolta. Os castigos corporais tornaram-se insuportáveis, mas as autoridades não atenderam às reclamações dos marinheiros.

  “No livro ‘Homens invisíveis: relatos de uma humilhação social’, o psicólogo Fernando Braga da Silva fala sobre sua ex...
08/08/2023

“No livro ‘Homens invisíveis: relatos de uma humilhação social’, o psicólogo Fernando Braga da Silva fala sobre sua experiência de dez anos varrendo ruas.”

“Durante muitos anos, ele varreu as ruas da grande metrópole. Que remédio? Paupérrimo desde a infância – o pai sequer conhecera, a mãe pedia esmolas -, nunca pudera estudar e podia até se dar satisfeito por, ao menos, ter aquele emprego. Na verdade, o trabalho não o incomodava; até gostava de varrer ruas, e tinha em seu humilde casebre uma coleção de objetos curiosos que reunira ao longo de todos aqueles anos.

O que o incomodava era a invisibilidade. As pessoas passavam por ele e pareciam não o ver. Mais de uma vez quase fora atropelado. Era como não existisse. Mas, existindo ou não, continuava varrendo as ruas e recolhendo coisas curiosas.

Foi assim que encontrou aquilo que lhe pareceu uma velha lamparina. Era muito bem-feita, e bonita, produzida com algum metal raro.

Estava um pouco suja, de modo que ele tratou de limpá-la com a manga. Mal o fez, um susto: uma nuvem de fumaça e uma figura gigantesca surgiu diante dele; um homem de turbante, torso nu e braços cruzados, que lhe disse, numa voz poderosa:
- Mande, mestre! Estou às suas ordens.

Era, claro, o gênio da lâmpada. Acrescentou que ele tinha direito a um pedido – em outros casos eram três, mas nos casos de garis, a cota era de um apenas. Sem vacilar, o gari disse:
- Quero que todos os garis desta cidade fiquem invisíveis por uma semana.

O gênio disse que o pedido seria atendido e sumiu na nuvem de fumaça.

De fato, os garis ficaram invisíveis, o que causou o maior rebuliço. Porque o que agora se via, nas ruas, eram vassouras, aparentemente autônomas, varrendo as calçadas, o que se via era o lixo pulando para dentro dos carrinhos. Logo ficou patente que os garis continuavam trabalhando, mas invisíveis. Por quê? Alguns falavam num vírus misterioso; outros viam naquilo uma conspiração para tomada do poder. De qualquer modo, surgiu a polêmica: deveriam os garis continuar invisíveis ou seria o caso de o poder público tomar alguma providência para restaurar a visibilidade deles? A sondagem de opinião que deveria fornecer elementos para decidir a questão não chegou ao fim e os garis recuperaram sua aparência normal.

Durante alguns dias, foram objeto de curiosidade e até de afeto. Muitas pessoas dirigiam-se a eles, perguntando como se havia sentido durante a invisibilidade. Até uma homenagem lhes foi feita, num programa de tevê.

Depois, tudo voltou ao normal. O gari da lâmpada (que agora faz parte de sua coleção) continua varrendo as ruas, sem que ninguém se dê conta da sua existência. Já não tem esperança de encontrar o gênio. Alias, sabe que não adiantaria muito.”

Fonte: “Deu no jornal / Moacyr Scliar – Erechim, RS: Edelbra, 2008.

Ilustração T**i Juchen

    "O Iphan está trabalhando na regulamentação do tombamento constitucional dos documentos e dos sítios detentores de r...
03/08/2023

"O Iphan está trabalhando na regulamentação do tombamento constitucional dos documentos e dos sítios detentores de reminiscências históricas dos antigos quilombos.
Em reunião realizada nesta terça-feira, a ministra Margareth Menezes celebrou o esforço realizado pelo MinC, por meio do Iphan e da Fundação Cultural Palmares, em parceria com o Ministério Igualdade Racial e INCRA OFICIAL - Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária.
A ministra também lamentou o atraso no reconhecimento de comunidades quilombolas e falou sobre sua própria história: 'A Bahia tem muitos quilombos remanescentes. Minha mãe tem origem no Quilombo da Maré, minha família tem essa reminiscência'."

Fonte: Ministra Margareth Menezes - Ministério da Cultura

📸: Filipe Araújo/MinC

  "A gente não para! 😉Se liga no que está rolando de melhor, durante os dias de semana, nos espaços culturais da prefeit...
03/08/2023

"A gente não para! 😉
Se liga no que está rolando de melhor, durante os dias de semana, nos espaços culturais da prefeitura."

Fonte: Post da Secretaria Municipal de Cultura do Rio de Janeiro

"O Parque das Ruínas agora é Parque Glória Maria – uma homenagem à jornalista e apresentadora que morreu este ano. O esp...
03/08/2023

"O Parque das Ruínas agora é Parque Glória Maria – uma homenagem à jornalista e apresentadora que morreu este ano.
O espaço, em Santa Teresa, está englobado pelo programa Cultura do Amanhã, anunciado como o maior programa de modernização e requalificação dos equipamentos culturais da rede municipal, que tem como investimento total R$ 75 milhões.
O Parque já mudou de nome – Parque Glória Maria – e ainda vai ver muitas mudanças mais a frente: a ideia é tornar a fachada como era originalmente, com reposição de tijolos, recomposição da estrutura elétrica, além da instalação de um elevador, que ficará escondido para não “atrapalhar” a “cara” original de antes. Haverá intervenção no jardim e no pátio.
O Parque Glória Maria ainda segue aberto, antes da reforma. Aproveite o horário estendido para se aventurar pela cidade, como fazia a jornalista mundo afora, e conhecer o local. Agora o funcionamento é de terça a domingo, das 9h às 18h. O endereço é rua Murtinho Nobre Nobre 169, Santa Teresa."

Fonte: Post da Secretaria Municipal de Cultura do Rio de Janeiro

  "Inovação sustentável: A potência das favelas integrada ao meio ambiente A   marcou presença na  ,a maior feira de ino...
03/08/2023

"Inovação sustentável: A potência das favelas integrada ao meio ambiente
A marcou presença na ,
a maior feira de inovação e empreendedorismo que conecta os trabalhos de empreendedores de favelas com empresários do asfalto, e apresentou ações importantes do para o desenvolvimento sustentável das comunidades.
O vice-governador e secretário de ambiente e sustentabilidade, Thiago Pampolha, falou
sobre os investimentos no Pista, Parque de Inovação Social, Tecnológico e Ambiental da Rocinha. O parque atualmente conta com mais de 20 projetos que auxiliam no desenvolvimento da capacidade de mudar a comunidade quanto às questões de recursos hídricos, saneamento, educação ambiental e aproveitamento de resíduos. Além de estimular a geração de emprego e renda na região.
A Subsecretaria de Conservação da Biodiversidade e Mudanças de Clima, Marie Ikemoto, destacou a importância de políticas públicas voltadas para as favelas através do fomento das soluções locais e iniciativas que ajudem a tornar as periferias mais resilientes diante de eventos climáticos extremos.
Também fez parte da mesa, o morador da Rocinha e idealizador do projeto Sabão do Morro, Marcelo Queiroz. A iniciativa visa combater o descarte inadequado do óleo de cozinha usado, transformando-o em material de limpeza. Em um ano, o projeto
reaproveitou 20 mil litros de óleo.
Ações como essas têm provado que as favelas são um palco fértil para o desenvolvimento sustentável gerando impacto positivo para o coletivo e para nosso planeta. 🌍"

Fonte: Post da Secretaria de Estado do Ambiente e Sustentabilidade

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