Sampa Negra

Sampa Negra Iniciativa de Afroturismo e Cartografia Afetiva Seu lugar é conosco!

Imagine quantas milhares de histórias existem guardadas ou não, no trajeto entre o bairro da Penha e o centro de São Paulo. Para descobrir e nos ajudar a (re) contá-las, nós convidamos você a participar dos encontros do projeto SAMPA NEGRA - que resultarão num lindo roteiro, que contará um pouquinho sobre esses lugares e também sobre VOCÊ. O SAMPA NEGRA trará oficinas de produção de textos e fotog

rafia, como ferramentas para a criação de um roteiro étnico-cultural traçado entre o bairro da Penha de França e o centro da cidade de São Paulo. Nós o chamamos de Rosário à Rosário, pois se inicia na Igreja do Rosário dos Homens Pretos do bairro da Penha e vai até a Igreja de mesmo nome, no Largo do Paissandú. Então, se você é morador da Penha ou se interessa por sua história, e pela memória da comunidade negra da cidade de São Paulo, venha.

24/05/2026

Salve todas as comunidades jongueiras, pedaços de África no sudeste do Brasil. Salve todas as comunidades jongueiras, terreiros de curas, ensinamentos e filosofias. Salve nossos pretos e pretas velhas! Salve o jongueiro e jongueira nova!
Que saibamos cuidar de nossas porções de tantas Áfricas que vivas estão nas ruas e nos nossos corpos.

Com lona ruim, sem poder acender fogueira, com o som e microfone pifando, ainda assim, o Jongo reexistiu no território do Rosário dos Pretos, o mesmo em que Mário de Andrade, há mais de cem anos, relatou Lundus e tambores de África na Sampa Negra.

08/05/2026

O rio que São Paulo esconde, a gente desvela no caminhar. 🌊

O Quilombo Saracura é um roteiro de afroturismo pelo Bixiga para reconhecer memórias negras, rios invisibilizados, samba, território e permanências que seguem vivas na cidade.

🗓️ 13/06 • 14h às 17h
🗓️ 21/06 • 14h às 17h

📍 Encontro: Vão Livre do MASP
🎟️ R$ 98

Vem caminhar com a gente pelo Bixiga.

Link de compra na BIO



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27/04/2026

Um bocado de gente comentou Sankofa, então a gente voltou com a parte 2 do vídeo sobre o Bixiga.

A trend ainda tá valendo? rs

Se quiser conhecer:

Se quiser gingar:

Se quiser saber mais sobre fé, memória e identidade negra:

E se quiser se aprofundar nas memórias negras do Bixiga, tem muita organização importante nesse território. O Vai-Vai é imprescindível, assim como a Saracura Vai-Vai.

Pra caminhar com a gente pelo Bixiga, escreve aqui Quilombo Saracura que a gente te manda as próximas datas.

17/04/2026

Aproveitando a trend, a gente decidiu mostrar um cadinho do Bixiga pra vocês.

Um rio escondido, sua nascente na parede e no asfalto, um grande vale e seguimos por lugares de memórias negras que continuam vivas no território.

No Bixiga, em São Paulo, afroturismo também é aprender a ver a cidade por outras camadas.

Se vocês gostarem, a gente continua.
Comenta Sankofa.
E chama a gente pra mais.

Quando pensamos em arte, é comum pensar primeiro em museus, galerias e centros culturais. E ela também está nas ruas de ...
10/04/2026

Quando pensamos em arte, é comum pensar primeiro em museus, galerias e centros culturais. E ela também está nas ruas de São Paulo, nos murais, nos monumentos, nas construções, nas intervenções urbanas e em outras marcas visuais que compõem a paisagem da cidade. Nem toda arte se apresenta do mesmo modo, e muitas dessas presenças também desvelam sentidos políticos, memórias e escolhas sobre a própria cidade.

Neste fim de semana, f**a o convite para olhar com mais tempo para o seu caminho e perceber o que a arte na cidade de São Paulo pode desvelar.

04/04/2026

Depois de já ter vivido com a gente o roteiro Quilombo Saracura, Juan Rubio, colombiano em Sampa, professor de espanhol, retorna agora em outra experiência e compartilha a importância de olhar para São Paulo a partir das histórias indígenas e negras, sem perder de vista os rios que atravessam esses territórios. Inclusive o do próprio Sesc Pompeia.

Seu depoimento reafirma a potência do Afroturismo, da educação antirracista e da leitura crítica da cidade como caminhos para reconhecer memórias, presenças e histórias de São Paulo.

Acompanhe a Sampa Negra, compartilhe este vídeo e venha caminhar com a gente pelos territórios e histórias negras da cidade. 🤎

TBT de 2018, quando Isabella Santos, fundadora da Sampa Negra, participou a convite do MASP -  Museu de Arte de São Paul...
03/04/2026

TBT de 2018, quando Isabella Santos, fundadora da Sampa Negra, participou a convite do MASP - Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand, de uma edição do programa MASP Professores, dedicada ao tema Diálogos sobre territórios e resistências negras. Com mediação de Horrana Santos.

Na ocasião, a Sampa Negra compartilhou pesquisas e experiências que já vinham sendo construídas havia anos, articulando turismo, memórias negras, território e educação. Esse percurso ganhou forma pública em 2014, quando a Sampa Negra foi criada com o apoio de um edital da Secretaria Municipal de Cultura, tornando públicas pesquisas e ações que já vinham sendo construídas havia anos.

Também foi uma troca muito viva com o público de professoras e professores, que participou de forma bastante engajada, trazendo perguntas e reflexões.

Lembrar desse momento é muito gostoso, e também uma forma de reconhecer a continuidade de um trabalho comprometido com outras formas de ler a cidade.

Palestra no YouTube:
https://m.youtube.com/watch?v=p3xcjL-mK2k&pp=0gcJCcQBo7VqN5tD

31/03/2026
A cidade muda quando a gente muda a forma de caminhar por ela. Concorda?Nós estamos no Sesc Pompeia com o Lugares de Mem...
31/03/2026

A cidade muda quando a gente muda a forma de caminhar por ela. Concorda?

Nós estamos no Sesc Pompeia com o Lugares de Memória, na programação de Visitas Patrimoniais.

A partir dos dados que estamos sistematizando, temos visto bastante sobre o público, como pessoas chegando ao Sesc pela primeira vez e pessoas que já o conhecem percebendo que existem outras formas de ver e recontar sobre a cidade de São Paulo.

O percurso foi construído a partir de pesquisas da Sampa Negra, articulando território, Afroturismo e educação antirracista. E está sendo mediado por três mulheres pesquisadoras e profissionais do turismo e da educação.

Estaremos lá até 31 de maio, aos finais de semana e alguns feriados, às 11h, 14h e 16h.
A atividade é gratuita, com retirada de ingresso presencial.

Vem caminhar com a gente?

Salva para não esquecer e envia para quem viria com você.

Museus não são neutros.A cidade também não.Nós da Sampa Negra apresentamos “Pensamento Negro: Museus e Cidade”, uma form...
23/03/2026

Museus não são neutros.
A cidade também não.

Nós da Sampa Negra apresentamos “Pensamento Negro: Museus e Cidade”, uma formação construída em conjunto com Siméia Mello, do Instituto Ella Criações Educativas, que propõe refletir sobre memória, patrimônio, narrativas institucionais e presenças negras a partir do pensamento negro.

Ao longo do curso, articulamos debate conceitual, leitura crítica de acervos e experiência territorial em São Paulo, colocando em relação o Museu Afro Brasil Emanoel Araujo e a cidade como espaços de produção de sentido, disputa narrativa e reinscrição de memória.

Uma proposta que nasce do encontro entre Afroturismo, educação, pesquisa e direitos humanos — ampliando repertórios culturais, artísticos, pedagógicos e críticos para quem deseja ler a cidade a partir de outras centralidades.

A formação acontece em três momentos:
• 9 de abril — encontro online ao vivo
• 11 de abril — experiência presencial (Museu Afro Brasil + centro de São Paulo)
• 16 de abril — encontro online ao vivo

• Certif**ado de 15h
• Material complementar
• Aulas online gravadas com acesso por 3 meses

Inscrições pelo link da bio ou por este abaixo: https://diaspora.black/online/960/pensamento-negro-museus-e-cidade

Endereço

São Paulo, SP

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