25/07/2018
UMA DAS MELHORES EXPERIÊNCIAS DE VIDA QUE TIVE!
O psiquiatra Renato Lajús Breda é mais um integrante das Cavalgadas Mar a Mar, que são promovidas, anualmente, desde 1998, por Ricardo Brum Marantes, proprietário do Haras Itapuã Sul, localizado na Lagoa do Peixe, em Tavares.
Ele se juntou ao grupo em 2008, na 10ª Cavalgada Mar a Mar, quando foi convidado pelo Jorge Utaliz Guimarães, colega da AMRIGS, embora já conhecesse o Ricardo da Faculdade de Medicina (ATM/78), por sinal o Marantes era da seleção de vôlei da faculdade.
A seguir, vamos conhecer um pouco mais de Breda.
Haras Itapuã Sul – Quem é Renato Lajús Breda?
Breda - Eu nasci em Chapecó, em 1954, à época uma pequena cidade do Oeste Catarinense. Estou com 63 anos de idade, casado há 40 anos com a Beatriz. Começamos a namorar ainda quando adolescentes. Temos um casal de filhos: o mais velho é psiquiatra em Porto Alegre e a filha mora em Atlanta/EUA, onde é auditora. Morei em Chapecó até os 17 anos, quando migrei para Passo Fundo para cursar a Faculdade de Medicina (ATM/78).
Haras Itapuã Sul – Desde quando conheces o Ricardo Marantes?
Breda – Bem, eu conheci o Ricardo nessa época, em 1978. Ele era da seleção de vôlei da Faculdade de Medicina. No entanto, não tive maior convívio durante aquele período. Fui realmente conhecer e conviver com o Ricardo há uns anos, quando participei da 10ª Cavalgada de Mar a Mar, em Tavares.
Haras Itapuã Sul – Como surgiu o convite?
Breda - Naquela ocasião, fui convidado pelo Jorge Utaliz Guimarães, meu colega da AMRIGS, que falou muito bem das cavalgadas e me deu umas dicas de pilchas, pois nem roupa própria para cavalgada eu possuía. Foi uma das melhores experiências de vida que tive! Desde então, não perdi nenhuma delas. Já foram dez cavalgadas.
Haras Itapuã Sul – Fale um pouco do grupo?
Breda - O grupo é excelente. Só tenho a agradecer o convite do Jorge e a recepção dos demais, em especial da figura ímpar do Ricardo Marantes, que agrega, organiza e cuida de todos os detalhes de cada cavalgada e de cada um dos participantes.
Haras Itapuã Sul – E como surgiu sua ligação com cavalos?
Breda - Em relação a cavalos, no horóscopo chinês, meu signo é cavalo. A paixão e admiração pelo cavalo é atávica; na minha vida de citadino, de pequena cidade interiorana, a curiosidade, a admiração e até o medo de cavalo vem de muito cedo. Lá, o cavalo era muito usado nos trabalhos de tração e também na locomoção (montaria). Meu avô materno tinha uma cocheira junto à casa, onde eu o via encilhar o cavalo e sair a passo; eventualmente, ele me levava na garupa. Lá pelos oito, dez anos, tive novo contato com cavalos, ao andar com meus primos, numa chácara nos arredores da cidade, onde meus familiares tinham umas vacas leiteiras. Havia uma égua muito mansa e nós guris montávamos sem arreios, para buscar baraço de batatas e mandioca para alimentar as vacas de leite. Outro contato com cavalo foi quando um vizinho e amigo ganhou um petiço de aniversário. Passávamos as tardes andando a cavalo. Por um longo tempo não tive mais contato com cavalos. Por ocasião da X Cavalgada, minha primeira no grupo, foi que reatei essa ligação.
Haras Itapuã Sul – E qual foi seu primeiro animal?
Breda - A égua chamada “Viola” foi minha primeira montaria, e nas últimas, também tem sido ela. Teve uma égua muito linda, a “Opalina”, com a qual cavalguei por dois anos seguidos, até ela e outros cavalos serem atingidos por um raio, em campo aberto. Lamentei e lamento, porque era um animal muito especial.
Haras Itapuã Sul – Nestes dez anos de Cavalgada Mar a Mar é possível destacar algum episódio que chamou a atenção?
Breda – Na verdade, em todos estes encontros anuais ocorrem muitos fatos engraçados: alguém bebe demais, outro cai do cavalo, outro atola para buscar uns araçás, outro cai na lagoa…, enfim, se contam, recontam, rememoram casos e histórias dos participantes e sempre se acha muita graça. Os encontros primam pela alegria, companheirismo, amizade, presença e cuidado uns com os outros.
Haras Itapuã Sul – O senhor pretende participar da 21ª Cavalgada Mar a Mar em 2019?
Breda – Certamente. Enquanto eu puder irei nestas cavalgadas, não deixarei de participar. Desejo vida longa e saudável a todos os companheiros destas jornadas!
Assessoria de Imprensa – 25/07/2018 – Luiz Boaz