Mi norte sos vos

Mi norte sos vos Un viaje que nos llevó a escapar de la rutina, a salir del closet y a descubrir como Sudamérica tr

06/01/2017

Quien ya conoció a Suiza?

Muchos kilómetros más, sellos nuevos en nuestros pasaportes y en nuestros corazones!Feliz año viajeras
01/01/2017

Muchos kilómetros más, sellos nuevos en nuestros pasaportes y en nuestros corazones!
Feliz año viajeras

22/12/2016
28/11/2016

te sabés las jergas colombianas?

Pulgares listos! Las acróbatas de camino preparan su ruta. Amigos y tips son bienvenidos en esta primera etapa de nuestr...
06/09/2016

Pulgares listos! Las acróbatas de camino preparan su ruta. Amigos y tips son bienvenidos en esta primera etapa de nuestra ColombiAventura.

18/05/2016

Bolívia, abuso de autoridades locais e experiências diferentes.Todo mundo sabe que as impressões que as pessoas tem das ...
27/04/2016

Bolívia, abuso de autoridades locais e experiências diferentes.

Todo mundo sabe que as impressões que as pessoas tem das coisas são diferentes, baseadas nos seus gostos, precedentes culturais, criação e tudo mais. A única coisa que me levou a querer conhecer a Bolívia foi a quantidade de gente que conheci durante a viagem falando o quanto a Bolívia era maravilhosa, barata, diferente...
A Astrid e eu nunca estivemos interessadas em viajar pra lá, e íamos pular o país facilmente se não fosse por toda essa faladeira.
- A Bolívia é maravilhosa!!!! Não bebam nada que não seja engarrafado, mas nossa, vão sim!!!!
- A Bolívia é a coisa mais linda que já vi, tenham cuidado com as pessoas, é bom não pedir carona também, e não vão andar sozinhas de noite... De dia também não é bom andar sozinha não, mas sim, a Bolívia é linda!!!
A foto desse post é o que eu esperava que fizesse todos os poréns do país valerem a pena, o Salar de Uyuni. Esses 10.582 km² de puro sal, onde o céu é refletido e o horizonte deixa de existir.
A outra foto foi o que a gente encontrou quando chegou lá, depois de pagar uma excursão caríssima, porque não chovia fazia muito tempo e todo o sal estava misturado com a terra... E a gente nunca tinha encontrado em nenhum lugar (nem pensado na possibilidade) de que toda essa água só existe quando chove, porque nunca tivemos nenhuma ideia de como funciona um salar.

De tanto que disseram que a Bolívia era um país complicado, perigoso e machista, decidimos não pedir carona e andar só de ônibus para nos movimentarmos de cidade a cidade, e por isso pagamos super caro nas nossas passagens de São Pedro de Atacama até Uyuni, o que até teria valido a pena (porque são 7 horas de puro deserto) se não fosse pela seguinte situação:
PASSAMOS PELA NOSSA PRIMEIRA SITUAÇÃO DE MEDO E DESESPERO NA VIAGEM!!!!

Quando chegamos na fronteira entre o Chile e a Bolívia, não tivemos nenhum problema para receber o selo de saída, mas o selo de entrada quase custou muito mais do que deveria.
Todos no ônibus entravam e saíam do ministério de imigrações boliviano e, quando finalmente chegou a nossa vez, demos de cara com um índio fortão com vários dentes de ouro e um sorriso sarcástico e, por alguma razão (pode ser preconceito mesmo, ou talvez uma forte intuição) a gente já sabia o que ia acontecer.
Primeiro, depois de pedir todos os nossos documentos, ele tentou negar nossa entrada porque a Astrid é colombiana e não levava seu passado criminal (em branco) impresso... Não há nem necessidade de falar o quanto isso é ilegal. Depois de muito argumentar, ele se deu conta de que meu sobrenome era diferente e me perguntou de onde era - obviamente, depois de descobrir que era alemão, me fez a pergunta de ouro:
- Quanto você está levando em dinheiro?
Como um puma, reagi o mais rápido possível e saí com que não levava dinheiro em espécie por segurança, e só viajava com cartão de crédito, o que o levou a outra pergunta:
- E se você não tem dinheiro em espécie, como eu sei que você não está entrando na Bolívia para trabalhar?
Era óbvio que se eu dissesse "oras, porque geralmente são os bolivianos que vão pro Brasil para trabalhar", ele provavelmente ia me deixar largada no meio do deserto do Atacama...
Muitos argumentos vem e vão, tentando explicar que só queríamos ver o salar e conhecer a capital, que sairíamos do país em 1 semana, que éramos simples turistas, e finalmente passamos pelo que mais nos dava medo durante a viagem:
- Então a gente não vai deixar vocês passarem. Vão ter que voltar pro Chile. Se vocês querem mesmo entrar pra Bolívia, podem passar uma noite aqui com a gente na fronteira, e amanhã a gente libera a entrada de vocês. *sorrisinho pe******do*

Eu congelei. A Astrid congelou. A gente queria gritar, fazer um escândalo, bater no cara, chamar a polícia, vomitar de tanto nojo, mas as autoridades lá eram eles. A gente não tinha dinheiro. A gente tava no meio do deserto. O que a gente podia fazer? As autoridades não deveriam oferecer proteção? Cuidar do nosso bem-estar? Um convite amistoso para um estupro não me parecia nenhuma dessas coisas... Tentamos o máximo que podíamos fazer cara de desgosto, mostrar que a gente não ia ceder, e que não estávamos entendendo onde é que ele queria chegar. Selou nossos passaportes, por apenas 15 dias, e quando por fim demos as costas, nos disse como um ato de despedida:
- Cuidado com os "lobos" aqui na Bolívia! A gente gosta de comer carne crua.

O Salar estava seco. Tudo na Bolívia foi muito mais caro do que a gente esperava. La Paz era feia e suja. As pessoas eram tristes e agressivas. As autoridades não se importavam com o bem-estar de ninguém, dos muitos turistas, da população, apesar de haverem cartazes por todos os lados que diziam "perante a lei boliviana, todos são iguais".
No último dia, comemos um "típico" prato de arroz com frango e batatas no almoço, antes de cruzar a fronteira com o Perú, para conhecer o lado peruano do famoso e misterioso lago inca, Titic**a, e realmente foi uma c**a, porque passamos 3 dias de cama com infecção alimentária vomitando e cagando por todos os lugares que passávamos. Era meu aniversário quando estávamos em uma ilha no meio do lago sem poder subir uma montanha pela falta de oxigênio e dor de estômago, mas com uma certeza:
- Se você foi pra Bolívia e não teve diarréia, você não foi pra Bolívia.

Couchsurfing, la importancia de la honestidad y de la hermandad viajera. Es un texto largo, espero que tengan paciencia!...
16/04/2016

Couchsurfing, la importancia de la honestidad y de la hermandad viajera. Es un texto largo, espero que tengan paciencia! jajaja

Una de las cosas que me volvió las ganas de hacer la pagina fue que esa semana recibí un mensaje en Couchsurfing pidiéndome referencias sobre un muchacho que nos había recibido en Tucumán (Argentina).
Tucumán fue nuestra primera parada, habíamos salido casi sin plata, estuvimos 48h en un camión con el mejor camionero del mundo (después de mi papá) German Grendelmeier, y no teníamos ninguna experiencia en viajar así. Naturalmente, muchas cosas nos salieron mal en esa ciudad, y no sabíamos manejarlas.
La primera noche la pasamos en un hostel que encontramos en internet, Tucuman Hostel, nos salió super caro (aunque era el más barato que pudimos encontrar), dormimos mal y el desayuno era horrible. La ciudad tampoco nos había gustado hasta ahí, y decidimos buscar eventos en Couchsurfing, dónde había un encuentro de couchsurfers locales y nos pegamos, en la casa de una muchacha muy amable. La pasamos lindo, todos nos recibieron super bien allá, uno de los muchachos nos llevó hasta Tafí del Valle en la mañana siguiente y nos arregló la estadía con un amigo, que también nos trató muy bien.
Es ahí que está el problema: nosotras (y digo las mujeres en general) estamos muy acostumbradas a sentir que debemos algo a las personas que son amables con nosotras. Este tipo me puso a cocinar para el, su otro huésped, Astrid y yo. Pasé por lo menos 1 hora en la cocina después de haber agarrado insolación caminando todo el día por el desierto para llegar a las Ruinas de Quilmes. Como si no fuera suficiente, el man se fue a duchar apenas terminó su comida, y nosotras nos quedamos allá, cansadas, sintiéndonos expuestas y un poco incómodas, porque no sabíamos ni siquiera la dirección de dónde estábamos. Cuándo por fin nos pudimos duchar, notamos que el agua no bajaba y que mientras la ducha se llenaba, pequeñas partículas de mugre (o sea lo que fuese) empezaban a flotar del piso. Todo estaba sucio, pareciera que la casa no veía una escoba en décadas.
Pero, el colmo fue cuando el me pidió que le ayudara a traducir una conversación que tuvo con una brasileña que se le estaba insinuando. Astrid se durmió y el gentilmente me pidió que nos fuésemos a su habitación para que el pusiera el celular a cargar. Mientras yo leía la conversación, el no me mostraba ningún interés en lo que yo le estaba diciendo, y se puso a acariciarme el pelo y la espalda, lentamente, de arriba hasta abajo, diciéndome "tu no te incomodas, verdad? tu piel me recuerda mi niñez". Yo no supe reaccionar, apenas le dije que estaba tarde y me iba a acostar con mi novia. Yo no pude dormir tranquila toda la noche, con miedo que el man se nos acercara mientras dormíamos. En el otro día, nos fuimos... Astrid tenía mucha rabia porque claramente el man esperó a que yo estuviera sola para tratar de acercarse a mi, y yo tenía rabia por no haber tenido coraje de hacer nada... "Eso nos pasó sólo porque somos una pareja de chicas? Si Astrid fuese un hombre, aun así eso habría pasado? Por qué no nos toman enserio?" fueron algunas de las preguntas que nos empezamos a hacer.
Nos recomendaron la casa de otro amigo, que muy gentilmente nos recibió, nos preparó un asado y ahí estuvimos por 4 días, esperando a German a que nos fuera a recoger e llevarnos a Córdoba. En los 4 días que estuvimos en esa casa, no tuvimos ganas de ducharnos de tan asquerosa que era la bañera. Yo no creo que la hayan limpiado una sola vez en la vida. Había agua podrida en casi todos los huecos del piso (que no eran pocos), la casa olía a cimiento mofado y todo en la cocina tenía herrumbre a lo mejor.
Yo creo que si hice el numero 2, fue con mucha fuerza en las piernas porque no me podía sentar de tanto asco que me daba. Lo peor es que la casa es compartida con varias personas que alquilan piezas ahí. Pero, como todos fueron muy amables, nosotras dejamos una recomendación positiva a todos ellos en sus paginas de Couchsurfing.
Cuando esa muchacha me escribió pidiéndome referencias sobre ellos, me dí cuenta que muchas otras personas pueden haber confiado en mis palabras y yo las puse en la misma situación horrible por la cual pasé. Cómo reaccionar en una situación así, cuándo uno está vulnerable, sin mucho dinero, sin conocer a la ciudad, apenas con buena fe y muchas ganas en su corazón? Muchachxs, SIEMPRE escojan la honestidad. No es sólo su experiencia allí, pero la de muchxs otrxs viajeros que vendrán a esa casa, hostel, hotel, camping, albergue, o lo que sea. Me arrepiento muchísimo de no haberles dicho lo que debería ser dicho a estos 2 muchachos de Tucumán, pero todavía no es tarde para hacer alguna diferencia. Enséñenme a reaccionar! Cuéntenme sus experiencias, cuéntenme que hicieron para salir de esas situaciones y ayudar a sus compañerxs de viaje. Quiero saber sus historias. Abajo les dejo el link de mi perfil de Couchsurfing, para quien me quiera agregar!
https://www.couchsurfing.com/people/anawitier

En la foto, Astrid en camino a las Ruinas de Quilmes.

Ésa es una página de 2 chicas enamoradas una por la otra que decidieron viajar por Sudamérica a dedo.Por lo tanto, les v...
14/04/2016

Ésa es una página de 2 chicas enamoradas una por la otra que decidieron viajar por Sudamérica a dedo.

Por lo tanto, les voy a contar la origen de todo: como nos conocimos.
Yo soy Ana, soy brasileña y tengo 20 años. El 10 de abril de 2015, llegué a Buenos Aires (Argentina) con mi hermano Lucas, y la intención de aprender a hablar español en 2 MESES!!!! Sí, así de creídos somos. La primera semana la pasamos haciendo Couchsurfing, hasta que decidimos alquilar una habitación en un hostel. No habían buenos hosteles. O por lo menos yo no los pude encontrar en ese momento... Después de visitar hosteles de gente rica y hosteles de... "que clase de gente se quedaría aquí?", nos decidimos por Pax Hostel, que ya no existe.
Pax era un hostel con mucha onda, se le veía que allí se hizo lo mejor con lo que se pudo y casi que funcionaba. Entre todas las opciones, Pax fue nuestra elección. Nos mudamos inmediatamente, en la noche de un jueves, 15. Sólo hacia 5 días que habíamos llegado y ya estábamos sin plata, porque saben como somos nosotros brasileños. El tema era que a los viernes se hacía un torneo de BeerPong, y los perdedores pagaban todas las birras... Obviamente nosotros eramos perdedores, y no nos queríamos arriesgar, por lo que nos quedamos solos en el bar mirando a la gente jugar. O sea, "quedamos" mirando a "la gente", porque yo tenía ojos pegados en una muchacha alta y flaca que se suponía que hacía el aseo del hostel. Yo ya la había visto, a las 8 de la mañana, en chaqueta de cuero, lavando los platos (risas). Astrid es colombiana, tiene 29 años y es muy badass. Y como soy una mujer muy valiente, no tuve coraje de hablarle, ni ahí y ni entonces, por lo que le tocó a mi hermano preguntarle a la muchacha - OYE, QUÉ ONDA? QUE TE PARECE MI HERMANA?
No sé como, pero entre aburrirme y emborracharme, terminé bailando con Astrid, felicidad que no duró mucho, ya que ella me dejó para irse a una cita con otra muchacha, razón por la cual yo me enojé muchísimo y me fui a mi habitación, en vano, porque no pude dormir. Cuando estaba casi levantándome a agarrar un vaso de agua, Astrid entró a la habitación con su misma chaqueta de cuero y su voz de borracha, que en ese momento me dijo "te puedo hablar un momento?" y me sonó como una sinfonía. No sé que tanto hablamos en el pasillo, pero allí estuvimos hasta que nos empezamos a besar y nos fuimos a su habitación. Pasé esa noche con ella, hablando sobre muchas otras cosas que no me acuerdo, pero que me hicieron pasar todas las otras noches con ella también.

2 meses después, llegó el día de volverme a Brasil con mi hermano y no me quise ir. Él se fue, con un pedazo de mi corazón, y yo me quedé con el otro pedazo en Pax, que 2 semanas después, cerró con una gigante deuda con la compañía de agua. Astrid se quedó sin trabajo, yo me quedé sin plata, empezamos a tener una vida de mi**da, nos peleábamos casi todos los días, hasta que decidimos salir y viajar! No sé en que momento tomamos esa decisión, ni cuanto tiempo se pasó entre el momento y la ida, pero estoy casi segura que no fue más de 1 semana. Estuvimos en las rutas por 3 meses, pasamos por 6 países y recorrimos más de 4.000 km a dedo. Nunca más nos separamos. Este domingo cumplimos 1 año juntas.

Mi intención no es darles tips, escribir una historia de amor, tampoco enseñarles a conocer el mundo. Mi intención es no olvidarme de como es viajar, como es ser vista por el mundo siendo una pareja de chicas, como es sentirme libre y al mismo tiempo atrapada. Es que no me dejen olvidar de todo que he aprendido en este viaje... Y que la hermandad de viajeras siga! Adelante! Somos mujeres, viajamos, vivimos y defendemos unas a las otras. Ésa pagina es para que ellas, ustedes, estén conmigo en mi aventura, de alguna manera.

Bienvenidos a bordo, espero que disfruten este viaje. :)

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