Mais Passeio

Mais Passeio Passeios especialmente pensados e concebidos para a população sénior.

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presépio | Lisboa - o fado e o marquês | Alfama do fado | Dos tapetes aos templos | Pelas terras raianas de Geraldo Sem Pavor

24/05/2023

⚠️⚠️⚠️BOOTCAMP CONCURSO DE IDEIAS⚠️⚠️⚠️
QUASE QUASE A ESGOTAR AS VAGAS

Não deixes para a última, faz já a tua inscrição para um dia cheio de aprendizagens e aventuras.

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30/03/2023

Jornadas Técnicas de Termalismo, 1 de abril, no Auditório da Casa da Cultura.

25/03/2022

O projeto lançado pela PARTNIA – consultora na área do empreendedorismo – para receber e apoiar, a diferentes níveis, as refugiadas que chegam da Ucrânia e queiram criar o próprio negócio ou migrar os negócios que tinham no país de origem para Portugal. Neste projeto a PARTNIA envolveu a...

14/02/2022

O que nos caracteriza?
A alegria que sentimos com a inovação e a criação.
Onde estamos?
Sempre em movimento, agora a sair de Mirandela 😁. Fomos ao Parque Natural Regional do Vale do Tua, que é o "Destino do Amor", beber inspiração para partilhar com quem queremos bem: os nossos amores, os nossos familiares, os amigos e, claro, os nosso parceiros que em nós confiam.

INSCRIÇÕES ABERTASEstamos a reunir um grupo para uma visita a   durante o próximo mês de maio.A primavera já deu um ar d...
19/04/2018

INSCRIÇÕES ABERTAS
Estamos a reunir um grupo para uma visita a durante o próximo mês de maio.
A primavera já deu um ar da sua graça, é tempo de sairmos da toca! Venha connosco. Venha conhecer. aprender e divertir-se.


**CONDEIXA**

A história de Condeixa começa a ser contada com a doação destas terras, por D. Afonso Henriques, ao Mosteiro de Santa Cruz de Coimbra, no século XII. Naquela altura, os frades do Mosteiro ficaram encarregues de povoar as terras e ai fundaram Condeixa-a-Nova, já que Condeixa-a-Velha (onde estão as ruínas de Conímbriga) já existia. No local de Conímbriga existem vestígios que indiciam a sua povoação pelos romanos em 138 a.C. até ao fim do Império Romano. As Ruínas de Conímbriga, o Museu Monográfico e o Castellum de Alcabideque são áreas que permitem reconstituir uma parte da história e do que foi o Império Romano.

Por má sorte, Condeixa-a-Nova foi dos locais que mais sofreu com as invasões francesas, tendo sido saqueada e incendiados diversos edifícios em 1811, durante a retirada do exército francês. Ainda hoje se conta que o Marechal Massena, conhecido por andar sempre com a sua amante, foi obrigado a fugir com as calças na mão! 😂

Condeixa é também terra do conhecido médico, escritor e pintor Fernando Namora, que a apelidou de “pacífica, adormecida vila”.
Namora bafejou-nos com Retalhos da Vida de um Médico e a quer levá-lo a conhecer a casa onde o escritor cresceu, assim como todos os cantos e recantos que inebriam a alma de quem passa pela bela Condeixa.

Sardoal com MemóriaInteressado em conhecer esta Vila com um precioso património arquitetónico e monumental? Contacte-nos...
08/04/2018

Sardoal com Memória

Interessado em conhecer esta Vila com um precioso património arquitetónico e monumental? Contacte-nos, venha daí com a .

Continuamos numa de perpetuar a lembrança, porque a recordação é o perfume da alma, que nos entorpece como a brisa suave...
23/03/2018

Continuamos numa de perpetuar a lembrança, porque a recordação é o perfume da alma, que nos entorpece como a brisa suave que revoa as folhas de outono.
Desta vez em Guimarães, nos passados dias 4 e 5 de março, com a Casa Do Pessoal RTP na final do Festival da Canção.

Não há evolução da alma sem a poesia das vivências, dos sorrisos e das lágrimas tão inocentemente espalhadas pelas nossas recordações.


Hoje deixamos o registo do passeio a   no passado dia 24 de fevereiro com a Asas Santo André. Como sempre, a boa disposi...
22/03/2018

Hoje deixamos o registo do passeio a no passado dia 24 de fevereiro com a Asas Santo André. Como sempre, a boa disposição marcou presença e muitas histórias se contaram em terras de D. Carlos.

Quer embarcar na aventura? O único requisito, já sabe, é trazer consigo a boa energia e prometemos um dia bem animado 😀 Deixe-nos Mensagem Privada.

INSCRIÇÕES ABERTASEstamos a reunir um grupo para uma visita ao Sardoal durante abril, o mês da Páscoa.Se quer vir connos...
20/03/2018

INSCRIÇÕES ABERTAS
Estamos a reunir um grupo para uma visita ao Sardoal durante abril, o mês da Páscoa.
Se quer vir connosco participar nesta enriquecedora viagem, envie-nos uma mensagem privada.

**OS MESTRES DO SARDOAL**

Entramos pelas ruas da terra dos mestres pintores, o Sardoal, também com a presença tutelar de uma figura incontornável do teatro. A relação de Gil Vicente com a vila é marcante, acompanhando-nos no início do nosso dia.
No alto do monte, sobranceiro e sujeito aos ventos, o convento de Santa Maria da Caridade recebe-nos com a sua pequena capela e o acolhedor claustro. Saboreamos, de seguida, o
traço, as figuras e as cores das tábuas do Mestre do Sardoal. Na realidade, obras da autoria de Vicente Gil e Manuel Vicente, parceria de pai e filho, de valor artístico reconhecido internacionalmente, que permanecem fixas no tempo, na Igreja Matriz.
À tarde, a herança agrícola, com produção vinícola na Quinta do Vale do Armo, e a tradição do linho mostram-nos outra face do Sardoal. Antes do regresso, a doçaria da região retempera-nos com as tigeladas cozidas em forno a lenha e a paisagem de rio na Lapa envolve o nosso imaginário entre alamedas, cascatas e sons...

Sardoal, o Tesouro do Interior com a grandeza de uma história Milenar. Um local que temos que conhecer, pela tranquilidade que nos transmite, pela beleza que vai das casas caiadas ao doce som dos sinos da Igreja Matriz, passando pela capela que nos recebe com tapetes feitos de flores. Cada rua conta uma história, cada pedra da calçada é um protagonista em silêncio... Existem segredos nos canteiros de flores e aromas de ternura e saudade dos que partiram para fazer de Portugal um Império.

Até 26 de maio decorre também, no Centro Cultural Gil Vicente, a imperdível exposição "monstra te esse matrem" que integra imagens de várias épocas, de várias paróquias, sendo considerada como a mais importante a Pietà em pedra policromada do século XV, propriedade da Igreja Matriz do Crato.

**CARNAVAL**Muitos festejam-no, mas poucos conhecem a história. Uma breve explicação aqui deixamos sobre a sua origem.O ...
05/02/2018

**CARNAVAL**

Muitos festejam-no, mas poucos conhecem a história. Uma breve explicação aqui deixamos sobre a sua origem.

O Carnaval é uma festa popular que surgiu ainda na Antiguidade com intuito de celebrar os deuses pagãos e a natureza. Foi reconhecida pela Igreja e incluída no calendário Cristão depois de muitos séculos, sendo hoje comemorada no mundo inteiro. Possui características diferentes em cada país que o festeja.

A origem do Carnaval é incerta, mas acredita-se que tenha surgido na Grécia por volta do ano 520 a.C. Era uma festa em que o vinho era fundamental e as pessoas se reuniam em nome do deus Dionísio com a única intenção de se divertirem, de celebrarem a chegada da primavera e a fertilidade. Esse tipo de comemoração tornou-se popular em Roma durante os primeiros séculos da era Cristã.

O nome Carnaval deriva de duas palavras latinas “carnis” (carne) e “valles” (prazeres), estando o seu significado ligado ao facto dessa festa pagã acontecer durante os três dias que antecedem a Quaresma, um período de penitência e privação, representando uma despedida dos pecados da carne. Este nome surgiu depois da celebração ter sido legalizada pela Igreja Católica para coibir o que a instituição classificava como celebração pecaminosa. Ou seja, a celebração tinha como objetivo principal extravasar e fazer tudo que durante a quaresma era proibido.
Em 1545, depois do concílio de Trento, mudou-se o calendário de Juliano para Gregoriano e o Carnaval passou a ser uma data oficial para os Cristãos. Dessa forma, é reconhecida como festa popular de rua que sofreu uma série de modificações culturais até chegar aos dias de hoje.

Na Roma Antiga, o Carnaval era celebrado por todos, incluindo os escravos que eram libertados neste período. Ofereciam-se presentes, as lojas fechavam, e até se escolhia um rei falso que ia em cortejo pelas ruas. As pessoas andavam mais à vontade, com menos princípios morais.

Durante o Renascimento surgiram os bailes de máscaras e as fantasias.

ADENDA: o dia de Carnaval é determinado com base na data da Páscoa, ocorrendo 47 dias antes desta.
Por sua vez, a data da Páscoa, fixada pelo Concílio de Nicea, ocorre no primeiro domingo após a primeira lua cheia a seguir ao equinócio de primavera (no Hemisfério Norte).

**PÓVOA DE LANHOSO**Se falamos em Póvoa de Lanhoso, falamos em capital. Isso mesmo, capital da  , a par de Gondomar.A fi...
22/01/2018

**PÓVOA DE LANHOSO**

Se falamos em Póvoa de Lanhoso, falamos em capital. Isso mesmo, capital da , a par de Gondomar.

A filigrana é milenar se bem que não está determinada com precisão a sua origem, sendo somente conhecido que esta arte era conhecida pelos indianos e chineses, bem como pelas civilizações Romana e Grega.
A origem da filigrana portuguesa remonta aos povos pré-romanos que povoaram o nosso território, conforme é atestado pelo legado de ourivesaria e joalharia castreja achado em escavações arqueológicas.
A filigrana da Póvoa de Lanhoso tem características muito especiais. Trata-se de uma arte que trabalha o ouro, prata, bronze e outros metais através de graciosos fios subtilmente entrelaçados que dão origem a obras de arte elaboradas e de vários padrões.
Existem duas espécies de filigrana: a filigrana de aplicação, utilizada para motivos decorativos, e a filigrana de integração que fabrica a própria peça exclusivamente em filigrana.

A palavra filigrana deriva do latim FILUM, que significa fio, e GRANUM, que quer dizer grão. Uma tradução literal leva-nos a concluir que se trata de um fio granulado. Esta definição surge pela aparência granulada que pode apresentar a superfície de algumas peças clássicas, já que os fios de metal se vão envolvendo para serem acomodados na área que se deseja trabalhar. Uma das particularidades desta filigrana advém das ferramentas que os ourives utilizam. Muitas são as peças de ourivesaria tradicional em filigrana produzidas nesta vila, sendo as mais conhecidas no exterior, as de caráter tradicional, muito ligadas aos trajes tradicionais do Minho.
A filigrana é inteiramente feita à mão e exige dos ourives o mais alto grau de paciência, imaginação e habilidade. Esta é uma arte minuciosa e aqueles que a sabem trabalhar, desenvolvem um grande gosto em cada trabalho concluído. O poder criativo e sensibilidade artística destes artífices são inúmeros, tendo sido já usados em áreas muito diferentes da joalharia.

De visita à vila de Póvoa de Lanhoso, incluímos no roteiro a passagem pelo Santuário de Nossa Senhora do Pilar, o Museu do Castelo de Lanhoso, mas também o imperdível Museu do Ouro de Travassos, freguesia de Travassos, mesmo ali ao lado 😀

Fale com a , criamos um roteiro à medida do grupo.

Endereço

Caldas Da Rainha

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