22/08/2026
A atual intervenção é coordenada por Nelson J. Almeida, arqueólogo e docente da Universidade de Évora, que lidera os trabalhos numa área de 53 metros quadrados. O principal propósito desta fase é colocar a descoberto e estudar um segmento da muralha defensiva com cerca de 3.000 anos, percebendo como esta estrutura comunicava com as restantes habitações do entorno. Este povoado fortificado estende-se por cerca de 17 hectares e é apontado como um dos mais relevantes centros de poder da Península Ibérica antes da consolidação urbana de Beja.